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Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
Bom dia leitores,
Gostaríamos de pedir que vocês alem de ler postassem aqui na parte de comentários, sobre que assuntos vocês gostariam de ler, nos ajude a melhorar nosso editorial!!

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terça-feira, 19 de abril de 2011

Pressionado, governo levanta a lei de emergência na Síria

Medida precisa da assinatura do presidente para entrar em vigor.
Protestos mataram mais 4 nesta terça-feira (19), segundo militantes.










Do G1, com agências internacionais






O governo da Síria aprovou nesta terça-feira (19) uma lei que levanta o estado de emergência no país, informou a agência estatal de notícias Sana.
O presidente Bashar al Assad precisa assinar a lei para que ela formalmente entre em vigor.
Segundo a agência estatal, uma permissão do Ministério do Interior será necessária para a realização de protestos, de acordo com a nova lei aprovada.
A agência informou que o gabinete, que tem pouco poder e aprova as ordens de Assad, também aprovou uma lei que extingue um tribunal especial de segurança que advogados de direitos humanos dizem violar a lei e o direito universal a um julgamento justo.

A lei de emergência vigorava havia cinco décadas na Síria e limitava consideravelmente as liberdades públicas, ao impor restrições à liberdade de reunião e de movimento e ao permitir a detenção de "suspeitos ou pessoas que ameacem a segurança".
Protestos

O anúncio ocorre após um mês de violentos protestos contra o regime sírio.
Nesta terça, quatro pessoas morreram baleadas quando as forças da ordem dispersaram uma manifestação contra o governo na cidade de Homs, centro do país, segundo um militante dos direitos humanos.
Mais cedo, o ministério sírio do Interior fez uma advertência contra novas manifestações "sob qualquer lema" no país, cenário há um mês de protestos sem precedentes.

Em um comunicado divulgado pela agência oficial Sana, o ministério pede aos cidadãos que "se abstenham de participar em passeatas, manifestações ou protestos sob qualquer lema".
Manifestação antigoverno durante a madrugada na Praça do Relógio, em Homs, na Síria  (Foto: Reuters)Manifestação antigoverno durante a madrugada na Praça do Relógio, em Homs, na Síria (Foto: Reuters)
De acordo com grupos de direitos humanos, pelo menos 200 pessoas morreram nas últimas quatro semanas de protesto.
Na segunda, o Ministério do Interior divulgou comunicado em que afirma que a revolta popular na Síria é resultado de uma insurreição armada, após milhares de manifestantes pró-democracia terem realizado marcha na cidade de Homs exigindo a saída de al-Assad.

EUA

Os EUA exigiram nesta terça-feira o fim da violência contra os manifestantes na Síria, depois que uma nova repressão aos protestos fez pelo menos quatro mortos.




tópicos:


quinta-feira, 14 de abril de 2011

Em vídeo, atirador de Realengo explica motivos para ataque


Wellington Menezes de Oliveira, o atirador que atacou a Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, gravou um vídeo em que fala, de maneira confusa, sobre os motivos que o levaram a cometer o ataque da última quinta-feira. O Jornal Nacional, da TV Globo, divulgou o vídeo na noite desta terça-feira.

Leia trechos do que Wellington diz no vídeo.

"A luta pela qual muitos irmãos no passado morreram, e eu morrerei, não é exclusivamente pelo que é conhecido como bullying. A nossa luta é contra pessoas cruéis, covardes, que se aproveitam da bondade, da inocência, da fraqueza de pessoas incapazes de se defenderem.

Os irmãos observaram que eu raspei a barba. Foi necessário, porque eu já estava planejando ir ao local para estudar, ver uma forma de infiltração. Eu já tinha ido antes, há muitos meses. Eu fui. Eu ainda não usava barba. Eu fui para dar uma analisada.

Hoje é terça-feira. Eu fui ontem, segunda-feira (à escola). Hoje é terça, dia 5. E essa foi uma tática para não despertar atenção.

Apesar de eu ser sozinho, não ter uma família praticamente, né? Eu vivo sozinho, não tenho pessoas para dar satisfação. Eu precisava ir no local (sic) e interagir com pessoas. Para não chamar atenção, eu decidi raspar a barba."

terça-feira, 12 de abril de 2011

Mubarak é transferido para UTI após sofrer ataque cardíaco, diz agência


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DE SÃO PAULO
Onda de RevoltasO ex-ditador egípcio Hosni Mubarak foi internado na UTI (unidade de tratamento intensivo) de um hospital no balneário de Sharm el Sheikh, na região do mar Vermelho, pouco depois de sofrer um ataque cardíaco, informou a agência oficial Mena.
De acordo com a rede de TV estatal, ele sofreu um ataque cardíaco durante interrogatório realizado por promotores que investigavam denúncias de corrupção e de abuso, o que levou à sua internação em um hospital nesta terça-feira
Anteriormente, fontes governamentais já haviam informado que Mubarak havia sido internado em um hospital do balneário egípcio de Sharm el Sheikh, no mar Vermelho. No entanto, havia também suspeitas de que o ex-ditador possa ter usado a internação como subterfúgio para evitar a audiência desta terça-feira.
Amr Nabil-8.fev.2011/AP
Aos 82 anos, Hosni Mubarak renunciou ao comando do Egito após três décadas à frente da ditadura no país
Aos 82 anos, Hosni Mubarak renunciou ao comando do Egito após três décadas à frente da ditadura no país
Mubarak enfrentou vários problemas de saúde nos últimos anos, e rumores sobre seu estado de saúde eram comuns quando ele ainda estava no poder.
Deposto por uma revolução no dia 11 de fevereiro, ele havia dito que "morreria pelo Egito" quando falou ao país de 80 milhões de habitantes, pouco depois de renunciar após intensas manifestações em todo o país.
Pouco antes do fim de seu governo, ele passou por uma cirurgia de vesícula biliar na Alemanha em 2010, e houve indícios de que suas condições de saúde estavam em deterioração.
No domingo (10), após a Justiça determinar a necessidade de um interrogatório, Mubarak rejeitou ter contas bancárias no exterior e denunciou as tentativas de macular sua imagem com notícias sobre sua suposta fortuna e de sua família.
As declarações de Mubarak aparecem em um vídeo divulgado pela rede emirati de televisão Al Arabiya, feita na véspera em Sharm el Sheikh, cidade em que o ex-ditador se encontra em prisão domiciliar desde que deixou o poder.
"Sofri muito e ainda sofremos, minha família e eu, pelas campanhas injustas e as alegações inválidas com o objetivo de difamar a mim e a meu histórico militar e político", declarou Mubarak.
Esta é a primeira declaração de Mubarak desde a renúncia. "Aceito apresentar qualquer documento ou assinatura que permita à Procuradoria Geral, mediante o Ministério de Relações Exteriores, entrar em contato com os ministérios de todos os países do mundo para confirmar o acordo que temos minha esposa e eu para revelar qualquer conta nossa no exterior desde que tornasse essa investigação pública, militarmente e politicamente", afirmou.
INTERROGATÓRIO
O procurador-geral egípcio, Abdel Meguid Mahmoud, ordenou neste domingo (10) o interrogatório de Mubarak e seus dois filhos a partir das denúncias que os acusam de seu suposto envolvimento em ataques a manifestantes e em desvio de fundos.
Segundo informações da agência oficial de notícias Mena, as denúncias judiciais acusam Mubarak e seus filhos de estar envolvidos nos ataques contra os manifestantes durante os protestos pacíficos que explodiram em 25 de janeiro, assim como de abuso de poder e conseguir comissões e benefícios econômicos.
PROTESTOS
Ontem, mais de 1.000 manifestantes ignoraram a ordem do Exército para deixar a praça Tahrir, no Cairo, estendendo pelo terceiro dia seus protestos por uma mudança rápida para um governo civil e punições para oficiais corruptos.
Os manifestantes gritaram "revolução" e brandiram um retrato do marechal Mohamed Hussein Tantawi, que lidera o conselho militar que hoje governa o Egito, após a queda do presidente Hosni Mubarak.
" O que queremos é um conselho civil", dizia uma faixa dos manifestantes.
Também no domingo as autoridades egípcias determinaram a prisão preventiva por 15 dias do ex-primeiro-ministro Ahmed Nazif, informou a emissora de televisão estatal.
As investigações estão relacionadas ao suposto superfaturamento na compra de placas de metal de uma empresa alemã pelo Ministério do Interior egípcio no valor de 92 milhões de libras (cerca de US$ 16 milhões).

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Vídeo mostra foguetes lançados por Gaddafi; veja




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APU GOMES
DE SÃO PAULO
Onda de Revoltas Um vídeo feito por um militar leal ao ditador da Líbia, Muammar Gaddafi, mostra suas forças de artilharia lançando foguetes contra rebeldes que tentam derrubá-lo.
A Folha obteve a gravação (veja baixo) com rebeldes no necrotério do hospital Jala, em Benghazi, no leste da Líbia, no último dia 22 de março.
O vídeo de 29s mostra uma coluna de peças de artilharia BM-21 Grad (lança-foguetes em cima de caminhões, de fabricação russa) posicionadas no deserto líbio disparando contra rebeldes.
São feitos dezenas de lançamentos de foguetes, indicando ataque por saturação (quando uma área e não um alvo específico é atacado).
Segundo um insurgente que pediu para ficar no anonimato, ele foi gravado dias antes na retaguarda das forças de Gaddafi, por celular.
Não há informações sobre a data e o local de gravação, mas os rebeldes suspeitam que tenha sido registrado antes do início dos ataques aéreos da coalizão aliada, em 19 de março.
Isso porque a artilharia estava posicionada em campo aberto no deserto --um alvo que seria fácil para aviões.
O autor é um militar leal ao ditador que foi morto em combate. O corpo dele foi resgatado na linha de frente rebelde e levado a Benghazi.
Não há uma regra entre os rebeldes sobre o que fazer com os corpos dos inimigos. Alguns são enterrados no próprio campo de batalha e outros, levados para o necrotério da cidade.
O celular com o vídeo foi achado no bolso da farda do militar no necrotério. Um funcionário do hospital que acompanhava os rebeldes também procurou a reportagem para exibir sacos com restos mortais de seus colegas.

Repressão a protestos antigoverno mata ao menos 17 em cidade da Síria

Manifestantes foram baleados em Deraa, segundo ativistas e testemunhas.
TV estatal afirmou que 19 policiais foram mortos na cidade.


Pelo menos 17 pessoas foram mortas a tiros nesta sexta-feira (8) pelas forças de segurança em Deraa, no sul da Síria, segundo militantes e testemunhas. Várias pessoas ficaram feridas, segundo as fontes
Integrantes das forças de segurança à paisana atiraram para dispersar um grupo de manifestantes antigoverno nesta cidade, situada a 120 km ao sul da capital, Damasco.

A agência oficial SANA afirmou que "vândalos" atacaram a multidão, que protestava contra o governo.
Mais tarde, a TV estatal afirmou que 19 policiais morreram e 75 ficaram feridos após terem sido atacados por "grupos armados".

segunda-feira, 4 de abril de 2011

EUA levantam sanções contra chanceler que desertou na Líbia

Mussa Kussa abandonou o governo de Kadhafi e fugiu para o Reino Unido.
Líbio disse que deixou o regime por não concordar com agressão a civis.

Do G1, com agências internacionais
Os EUA levantaram as sanções econômicas contra o ex-chanceler líbio Mussa Kussa, que renunciou na semana passada e era afetado pelas sanções contra o regime de Trípoli, anunciou nesta segunda-feira (4) o Departamento do Tesouro.
Kussa "cortou os vínculos que o uniam ao regime de Kadhafi e hoje os Estados Unidos levantam as sanções contra ele", publicou o Tesouro em seu site.
A Casa Branca afirmou na quinta-feira que a deserção de Kussa, confirmada nesse mesmo dia por Trípoli, foi "um duro golpe" para o ditador Muammar Kadhafi e indica que a equipe que cerca o coronel não acredita mais em seu governo, sob ataque de rebeldes oposicionistas e de uma coalizão de países liderados pela Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).
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Mussa fugiu para o Reino Unido, com o argumento de que não concordava mais com as agressões do regime a civis.