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Gostaríamos de pedir que vocês alem de ler postassem aqui na parte de comentários, sobre que assuntos vocês gostariam de ler, nos ajude a melhorar nosso editorial!!

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Veja imagens do tumulto entre guardas e camelôs no Centro do Rio

Segundo a Guarda Municipal, seis agentes foram ameaçados com tesoura.
Para conter um homem, guardas usaram taser, revoltando quem passava.

Uma operação da prefeitura do Rio contra camelôs deixou três pessoas feridas nesta quinta-feira (25). A confusão começou durante uma operação de controle urbano. Segundo a Guarda Municipal, um ambulante de 63 anos, que vendia biscoitos, não quis entregar a mercadoria. E tentou agredir os guardas com uma tesoura. Imagens feitas por um dos agentes mostram a tesoura na mão do ambulante.

Os guardas reagiram usando uma arma não-letal, de choque, chamada taser. Quem passava pelo Largo da Carioca se revoltou. Houve um grande tumulto, como mostram imagens gravadas com uma microcamera pela equipe do RJTV. (Veja o vídeo acima)

No meio da confusão, um homem que não é ambulante foi ferido nas pernas e na cabeça. O socorro demorou a chegar. O homem foi levado para o hospital. Na delegacia, outras duas vítimas prestaram queixa.

Os guardas municipais - todos do grupamento de operações especiais, chamados boinas pretas - também foram ouvidos.

A corregedoria da Guarda Municipal está invetigando como foi a ação no Largo da Carioca. Se for comprovado que houve excessos, os responsáveis serão punidos. "Eles são treinados e estão preparados, mas se agiram mal, serão pounidos. Não vou passar a mão na cabeça de ninguém," disse Lima Castro, Comandante da GM.

Câmara aprova proposta que multa motorista que transporta bebida

Condutor flagrado pagará R$ 191 e perderá 7 pontos na carteira.
Transporte seria permitido apenas no porta-malas do veículo.


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (25) projeto de lei que torna infração gravíssima o transporte de bebida alcoólica dentro da cabine de passageiros do veículo.

O motorista que for flagrado poderá pagar R$ 191 de multa e perderá sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Para valer, a lei ainda precisa ser analisada no Senado e depois ir à sanção presidencial.

Atualmente, é permitido levar bebida alcoólica na parte dos passageiros, desde que ela esteja em posição segura que não atrapalhe ou ofereça riscos à direção. De acordo com a nova lei, a bebida alcoólica só poderá ser transportada dentro do porta-malas do veículo.

Segundo o texto do projeto, apresentado em 2002 pelo então senador Edison Lobão (PMDB-MA), os condutores, "mesmo não tendo consumido [bebida alcoólica] no momento da fiscalização, podem fazê-lo mais adiante, daí advindo os riscos hoje notórios".

No Senado, o projeto vai tramitar em caráter conclusivo, ou seja, não precisa ser votado em plenário. Se aprovado pelas comissões, passa a valer assim que for sancionado pela presidente da República e publicado no Diário Oficial da União.


Número de homicídios cai e de latrocínios aumenta em SP

Dados foram divulgados nesta quinta (25) pela Secretaria da Segurança.
Polícia diz que problema merece atenção especial das autoridades.


O número de homicídios caiu 8,35% em todo o estado e 23,69% na capital paulista entre janeiro e julho de 2011, em comparação com os primeiros sete meses de 2010, de acordo com as estatísticas mensais da criminalidade, divulgadas nesta quinta-feira (25) pela Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP), da Secretaria da Segurança Pública (SSP).

Segundo a CAP, até julho de 2011 ocorreram 2.370 homicídios dolosos no estado, 216 a menos do que os 2.586 até julho de 2010. No município de São Paulo, foram 570 casos em sete meses, 177 a menos do que os 747 registrados entre janeiro e julho de 2010.

Segundo a SSP, o número de latrocínios no estado teve aumento de 15,92%, de 157 entre janeiro e julho de 2010 para 182 de janeiro a julho de 2011. No acumulado de 12 meses, a alta é de 6,92%. Segundo a secretaria, uma das hipóteses para essa alta é que as pessoas estejam reagindo aos assaltos. A PM orienta nunca reagir a um roubo.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, o número de homicídios intencionais registrados nos sete primeiros meses do ano coloca SP fora da zona considerada epidêmica pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

A OMS considera epidêmica o limite acima de 10 mortes intencionais por grupo de 100 mil habitantes/ano. A taxa de homicídios paulista até julho é de 9,75 por 100 mil habitantes.

Sequestro
De janeiro a julho de 2011, foram registrados 43 casos de extorsão mediante sequestro, seis a menos que no mesmo período de 2010.

Roubo de cargas
O número de roubos de cargas caiu 4,84%, com 196 casos a menos até julho, em comparação com os primeiros sete meses de 2010.

Roubos em geral
De janeiro a julho, o número de roubos caiu 0,31% em relação aos primeiros sete meses de 2010. Houve uma redução de 431 casos, na comparação com igual período do ano passado. Houve aumento, no entanto, no número de roubos a bancos: 15%.

Desempenho em matemática na rede privada é mais que dobro da pública

Prova ABC mediu quantas crianças do 3ª ano sabem somar e subtrair.
Na escola privada, 75% atingiram mínimo esperado; na pública, 32%.

Três quartos das crianças do 3º ano do ensino fundamental das escolas particulares sabem o mínimo esperado de matemática, como as operações de somar e subtrair. Já nas escolas públicas, somente uma a cada três conhece o básico do conteúdo desta disciplina nesta série (que tem em sua maioria alunos com oito anos de idade).

Estes dados foram apresentados nesta quinta-feira (25) na divulgação do resultado da Prova ABC, que avaliou a proficiência de 6 mil alunos de 250 escolas públicas e privadas das capitais do país. A avaliação mostrou uma diferença gritante de desempenho entre estudantes de escolas públicas em relação aos alunos de escolas particulares.

Apenas um terço (32,58%) dos alunos da rede pública alcançou o índice de 175 pontos que corresponde ao conhecimento esperado dos alunos desta série segundo escala do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Já o desempenho na rede privada foi de 74,30%, mais que o dobro do índice dos alunos da rede pública. Esta escala é progressiva e vai até o terceiro ano do ensino médio (500 pontos). Na rede privada, a média foi de 211,2 pontos. Entre as escolas públicas, o desempenho foi de 158,0 pontos.

A Prova ABC mostrou também que 25,59% dos alunos do 3º ano das escolas particulares avaliados conseguiram um desempenho de 250 pontos, o que significa um nível de conhecimento adiantado que lhes permitiram alcançar a média prevista para alunos dois anos mais velhos, do 5º ano. Já entre as crianças de escola pública, somente 3,49% conseguiu tal desempenho (veja quadro abaixo).

sábado, 16 de julho de 2011

Negociação reduz preço de remédios em até 20%

O DIA confirma que o consumidor que insistir com o balconista da farmácia vai pagar valor abaixo da tabela de preços

Rio - O bom negociador pode conseguir de 15% a 20% de desconto nos preços de remédios nas farmácias. Repórteres de O DIA foram conferir e chegaram a reduzir o preço do medicamento Lipiblock (redutor de absorção de gordura) em 20%. Com o valor da tabela a R$ 152,84, a caixa foi negociada a R$ 122,27. Para fazer o preço cair, o consumidor deve insistir até mesmo com o gerente do estabelecimento a fim de garantir uma boa redução. Além da negociação, é possível ainda usar artifícios das próprias farmácias para forçar os preços para baixo.
“Nesse mercado, a concorrência cobre ofertas de outras farmácias. Você pode chegar em uma com o encarte da outra mostrando que no concorrente é mais barato”, explica Marco Quintarelli, consultor especialista em varejo.
Nos casos de cobertura do ofertas, os descontos podem passar dos 20%. Outra possibilidade de economia é com o uso das revistas das grandes redes, que possuem promoções específicas. Em uma delas, a redução variava entre 20% e 69%, para produtos menos procurados.
Cuidadora de idosos, Leni das Neves, 57 anos, sabe o peso dos medicamentos no orçamento. “Sempre peço desconto. Sou hipertensa e já fiquei meses sem comprar remédio porque não tinha dinheiro. Tive um derrame”, conta.
COMO OBTER DESCONTOS NAS DROGARIAS
PERCORRA FARMÁCIAS
Consumidor que percorrer diversas farmácias e juntar os encartes vai poder aproveitar melhor a cobertura de ofertas. O consultor Marco Quintarelli orienta mostrar o encarte com o preço menor da concorrente para conseguir desconto ainda maior. 

SAIBA O VALOR MÍNIMO
Na hora de pedir o desconto de até 20%, em medicamentos mais procurados, insista com o balconista para que ele chegue ao menor valor possível.

PROCURE O ENCARTE
Panfletos e revistas em drogarias podem guardar boas promoções. Busque os descontos oferecidos pelo encarte. A redução de preço pode chegar a 69% para produtos menos procurados.

CARTÃO FIDELIDADE
Grandes redes oferecem cartões de fidelidade. Segundo Quintarelli, são boa opção a quem compra medicamentos com frequência.
FARMÁCIA POPULAR
Mantida pelo governo federal, a rede Farmácia Popular oferece descontos e até gratuidades, como é o caso de remédios para hipertensos e diabéticos.

Senadores gastam 19,4 milhões com verba indenizatória no 1º semestre



Levantamento do G1 considerou gastos entre fevereiro e junho de 2011.
Gasto médio mensal por senador é de R$ 51 mil, segundo dados.

Do G1, em Brasília e em São Paulo
SENADORTOTAL
(em R$)
Acir Gurgaz (PDT-RO)8.2673,19
Aécio Neves (PSDB-MG)58.285,68
Aloyzio Nunes Ferreira (PSDB-SP)48.749,88
Álvaro Dias (PSDB-PR)6.151,24
Ana Amélia (PP-RS)29.007,33
Ana Rita (PT-ES)81.724,18
Ângela Portela (PT-RR)124.816,44
Aníbal Diniz (PT-AC)71.373,67
Antônio Carlos Valadares (PSB-SE)54.774,33
Armando Monteiro (PTB-PE)61.238,68
Ataídes Oliveira (PSDB-TO)27.790,54
Benedito de Lira (PT-AL)41.900,19
Blairo Maggi (PR-MT)46.777,39
Casildo Maldaner (PMDB-SC)72.644,11
Cícero Lucena (PSDB-PB)89.800,40
Ciro Nogueira (PP-PI)71.725,77
Clésio Andrade (PR-MG)12.777,83
Cristovam Buarque (PDT-DF)0
Cyro Miranda (PSDB-TO)48.290,03
Delcídio do Amaral (PT-MS)58.838,57
Demóstenes Torres (DEM-GO)102.365,33
Eduardo Amorim (PSC-SE)76.796,17
Eduardo Braga (PMDB-AM)0
Eduardo Suplicy (PT-SP)17.290,33
Epitácio Cafeteira (PTB-MA)77.474,95
Eunício Oliveira (PMDB-CE)0
Fernando Collor de Mello (PTB-AL)82.217,99
Flexa Ribeiro (PSDB-PA)60.000,00
Francisco Dornelles (PP-RJ)80.073,54
Garibaldi Alves (PMDB-RN)8.294,24
Geovani Borges (PMDB-AP)37.478,23
Gim Argello (PTB-DF)95.000,00
Humberto Costa (PT-PE)78.957,53
Inácio Arruda (PCdoB-CE)81.421,36
Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE)72.693,48
Jayme Campos (DEM-MT)54.607,77
João Alberto Souza (PMDB-MA)33.158,87
João Durval (PDT-BA)107.831,88
João Vicente Claudino (PTB-PI)71.486,31
Jorge Viana (PT-AC)73.734,19
José Agripino (DEM-RN)54.586,66
José Pimentel (PT-CE)49,939,57
José Sarney (PMDB-AP)0
Kátia Abreu (DEM-TO)72.609,78
Lídice da Mata (PSB-BA)79.087,50
Lindbergh Farias (PT-RJ)23.651,82
Lobão Filho (PMDB-MA)0
Lúcia Vânia (PSDB-GO)79.462,83
Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC)45.796,88
Magno Malta (PR-ES)27.781,95
Marcelo Crivella (PRB-RJ)63.336,89
Maria do Carmo Alves (DEM-SE)42.280,88
Marinor Brito (PSOL-PA)56.474,07
Mário Couto (PSDB-PA)80.379,98
Martha Suplicy (PT-SP)7.267,04
Mozarildo Cavalcante (PTB-RR)79.085,72
Paulo Bauer (PSDB-SC)66.798,20
Paulo Davim (PV-RN)69.418,03
Paulo Paim (PT-RS)66.323,08
Pedro Simon (PMDB-RS)0
Pedro Taques (PDT-MT)75.936,77
Randolf Rodrigues (PSOL-AP)62.172,68
Renan Calheiros (PMDB-AL)46.436,98
Ricardo Ferraço (PMDB-ES)44.843,34
Roberto Requião (PMDB-PR)54.771,08
Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)0
Romero Jucá (PMDB-RR)69.316,95
Sérgio Petecão (PMN-AC)68.081,93
Valdir Raupp (PMDB-RO)72.253,50
Vanessa Graziottin (PCdoB-AM)56.919,53
Vicentinho Alves (PR-TO)75.093,17
Vital do Rêgo (PMDB-PB)53.575,27
Waldemir Moka (PMDB-MS)82.865,84
Walter Pinheiro (PT-BA)62.385,70
Wellington Dias (PT-PI)76.075,19
Wilson Santiago (PMDB-PB)91.240,08
Em cinco meses de trabalho neste ano, 76 dos 81 senadores da República acumularam um gasto de R$ 19,4 milhões da verba indenizatória, que é a cota mensal disponível a cada parlamentar para o custeio de atividades relacionadas ao mandato.
Levantamento feito pelo G1 mostra que, de fevereiro a junho deste ano, os senadores empregaram, em média, R$ 3,8 milhões por mês para pagar uma lista de despesas que inclui gastos com telefonia, alimentação, divulgação da atividade parlamentar e deslocamento.
Em média, o custo mensal do mandato desses senadores chegou a R$ 51 mil. Os dados foram obtidos por meio do Portal da Transparência, no site oficial do Senado, e se referem ao período de fevereiro, início da atual legislatura, até o mês junho.
A reportagem considerou apenas os senadores que estão no exercício do mandato desde fevereiro, quando os parlamentares da atual legislatura tomaram posse.
Ficaram de fora da pesquisa a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT-PR), e o senador Sérgio Souza (PMDB-PR), que a substituiu; Marisa Serrano (PSDB-MS) – que assumiu uma vaga no Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul e seu suplente Antonio Russo (PR-MS); o ex-ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento (PR-AM), que deixou o cargo no Executivo há duas semanas e seu suplente João Pedro (PT-AM); Reditário Cassol (PP-RO), que assumiu a vaga do filho Ivo Cassol (PP-RO) na última quarta (13), e o ex-senador Itamar Franco (PPS-MG), morto no início de julho, que teve a vaga ocupada por Zezé Perrella (PDT-MG).
Gastos unificados
No início de junho, a Mesa Diretora do Senado unificou os recursos da cota de passagens e da verba indenizatória, destinada ao custeio das atividades administrativas do mandato.
Por esse motivo, o levantamento não considera o dinheiro utilizado para compras de passagens antes da determinação assinada pelo primeiro-secretário do Senado, Cícero Lucena (PSDB-PB), no dia 3 de junho.
O recurso mensal para o custeio de passagens varia entre R$ 6 mil e R$ 23 mil, dependendo do estado de representação do senador. O valor gasto com bilhetes aéreos é reembolsado ao parlamentar, mediante a apresentação do comprovante da compra.
Já os valores a serem pagos com recurso da verba indenizatória são comprovados por meio de notas fiscais.
A diretoria-geral do Senado informou ao G1que, atualmente, seis servidores desenvolvem os trabalhos de análise e processamento da Cotas para o Exercício das Atividades Parlamentares dos Senadores (Ceaps).
Quem não usa
Dos 76 senadores pesquisados, apenas sete não utilizaram a cota para atividades parlamentares: o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), Pedro Simon (PMDB-RS), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), Cristovam Buarque (PDT-DF), Eduardo Braga (PMDB-AM), Lobão Filho (PMDB-MA) e Eunício Oliveira (PMDB-CE).
Esses exemplos são possíveis porque cada gabinete recebe uma verba para o pagamento de salários e o custeio administrativo e alguns 














































































































parlamentares julgam desnecessário o uso da cota para pagar as despesas do mandato.



A assessoria do presidente do Senado informou que Sarney abriu mão de utilizar a cota para atividades parlamentares tanto no gabinete da Presidência quanto no gabinete particular do senador.
Já o senador Pedro Simon (PT-RS) disse que não utiliza os recursos porque é contra a existência de uma verba para reembolso de despesas banais dos parlamentares, como jantares, aluguéis de carros, entre outros.
“Eu já moro no apartamento do Senado. Tenho direito a passagens, tenho direito telefone, cota de selos e cota de impressão na gráfica, o que é normal. Agora, sou contra essa cota para reembolso. O senador já tem benefício, não precisa pedir reembolso de jantar”, exemplificou Simon.
Apesar de não ter gasto no primeiro semestre o recurso disponível, o senador Eduardo Braga (PMDB-AM) afirmou, por meio de sua assessoria, que não abriu mão da cota para atividades parlamentares. Segundo o gabinete, Braga pretende fazer um planejamento para usar o dinheiro de forma “racional e eficiente”.
Para Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), a cota para atividades parlamentares precisa ser utilizada de forma "austera". Ele defende que o recurso esteja disponível para os senadores, mas ressalta que a população deve fiscalizar.
"Não usei porque não julguei necessário. Tenho procurado ser bastante austero na utilização de recursos públicos e ainda mais no meu caso de parlamentar de Brasília. Tenho cota na gráfica do Senado, carro com combustível. O importante é que cada parlamentar tenha consciência de como deve utilizá-la [a cota]. Não sou contra, mas acho que tem de ser usada de forma moderada", disse o senador do Distrito Federal.
G1 entrou em contato com os senadores Cristovam Buarque (PDT-DF), Lobão Filho (PMDB-MA) e Eunício Oliveira (PMDB-CE) e não obteve retorno até a publicação da reportagem.