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Bom dia leitores,
Gostaríamos de pedir que vocês alem de ler postassem aqui na parte de comentários, sobre que assuntos vocês gostariam de ler, nos ajude a melhorar nosso editorial!!

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sexta-feira, 29 de abril de 2011

EUA sancionam Síria após repressão violenta a protestos antigoverno


Presidente do país, Bashar al Assad, não está entre os sancionados.

País teve novo dia de mortes durante atos pró-democracia.

O presidente dos EUA, Barack Obama, assinou nesta sexta-feira (29) uma ordem executiva impondo novas sanções contra a agência de inteligência da Síria e dois familiares do contestado presidente do país, Bashar al Assad, em resposta à violenta repressão aos protestos populares pela democracia, afirmaram autoridades norte-americanas.
Assad não está entre aqueles que serão atingidos pelas sanções, que incluirão congelamento de bens e proibição de negócios com os Estados Unidos, mas ele poderá ser incluído nesta lista se a violência por parte das forças do governo contra manifestantes pró-democracia continuar, acrescentaram as autoridades.
São as primeiras sanções americanas contra o país árabe desde o início dos protestos. Os EUA aplicam sanções ao regine sírio desde 2004.
Nesta sexta, as forças de segurança da Síria  mataram pelo menos 24 civis, inclusive duas crianças, segundo a organização local pró-direitos humanos Sawasiah.
As mortes ocorreram nas cidades de Derra, Homs e Latakia e em Qadam, próximo à capital, Damasco.
Manifestantes protestam contra o governo da Síria nesta sexta-feira (29) em Qamishli (Foto: AP)Manifestantes protestam contra o governo da Síria nesta sexta-feira (29) em Qamishli (Foto: AP)
Outros relatos falam de até 48 mortos apenas nesta sexta.
Também nesta sexta, o Conselho de Direitos Humanos da ONU condenou o governo sírio pela resposta violenta às manifestações.
 

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Vídeo mostra foguetes lançados por Gaddafi; veja




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APU GOMES
DE SÃO PAULO
Onda de Revoltas Um vídeo feito por um militar leal ao ditador da Líbia, Muammar Gaddafi, mostra suas forças de artilharia lançando foguetes contra rebeldes que tentam derrubá-lo.
A Folha obteve a gravação (veja baixo) com rebeldes no necrotério do hospital Jala, em Benghazi, no leste da Líbia, no último dia 22 de março.
O vídeo de 29s mostra uma coluna de peças de artilharia BM-21 Grad (lança-foguetes em cima de caminhões, de fabricação russa) posicionadas no deserto líbio disparando contra rebeldes.
São feitos dezenas de lançamentos de foguetes, indicando ataque por saturação (quando uma área e não um alvo específico é atacado).
Segundo um insurgente que pediu para ficar no anonimato, ele foi gravado dias antes na retaguarda das forças de Gaddafi, por celular.
Não há informações sobre a data e o local de gravação, mas os rebeldes suspeitam que tenha sido registrado antes do início dos ataques aéreos da coalizão aliada, em 19 de março.
Isso porque a artilharia estava posicionada em campo aberto no deserto --um alvo que seria fácil para aviões.
O autor é um militar leal ao ditador que foi morto em combate. O corpo dele foi resgatado na linha de frente rebelde e levado a Benghazi.
Não há uma regra entre os rebeldes sobre o que fazer com os corpos dos inimigos. Alguns são enterrados no próprio campo de batalha e outros, levados para o necrotério da cidade.
O celular com o vídeo foi achado no bolso da farda do militar no necrotério. Um funcionário do hospital que acompanhava os rebeldes também procurou a reportagem para exibir sacos com restos mortais de seus colegas.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

EUA levantam sanções contra chanceler que desertou na Líbia

Mussa Kussa abandonou o governo de Kadhafi e fugiu para o Reino Unido.
Líbio disse que deixou o regime por não concordar com agressão a civis.

Do G1, com agências internacionais
Os EUA levantaram as sanções econômicas contra o ex-chanceler líbio Mussa Kussa, que renunciou na semana passada e era afetado pelas sanções contra o regime de Trípoli, anunciou nesta segunda-feira (4) o Departamento do Tesouro.
Kussa "cortou os vínculos que o uniam ao regime de Kadhafi e hoje os Estados Unidos levantam as sanções contra ele", publicou o Tesouro em seu site.
A Casa Branca afirmou na quinta-feira que a deserção de Kussa, confirmada nesse mesmo dia por Trípoli, foi "um duro golpe" para o ditador Muammar Kadhafi e indica que a equipe que cerca o coronel não acredita mais em seu governo, sob ataque de rebeldes oposicionistas e de uma coalizão de países liderados pela Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).
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Mussa fugiu para o Reino Unido, com o argumento de que não concordava mais com as agressões do regime a civis.