Rio - Uma semana após o Massacre de Realengo, na Zona Oeste do Rio, a Secretaria Municipal de Educação (SME) abriu sindicância ontem para apurar a conduta de uma professora de inglês da Escola Municipal Bento do Amaral Coutinho, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio. Com objetivo de de manter a turma em silência, ela teria escrito no quadro-negro "Fiquem quietos, caso contrário, usarei minha AR-15, de 3,5 m de cano, que está em minha bolsa. A arma é automática...".
Em nota, a secretaria classifica como "inaceitável este tipo de conduta". A Escola Bento do Amaral Coutinho tem 971 alunos, 730 deles do 6º ao 9º do Ensino Fundamental, 209 do Programa de Educação de Jovens e Adultos (PEJ) e 32 de turmas de aceleração. Segundo a SME, a aula da professora era ministrada para alunos do 8º ano do Ensino Fundamental. O episódio teria ocorrido dia 7 de abril, mesmo dia da tragédia de Realengo.
O caso foi registrado por um parente de um dos estudantes na 10ª Coordenadoria de Educação (CRE). Segundo a CRE, a diretora Elisangela da Rosa se reuniu com a professora, que teria se desculpado pessoalmente com os alunos e dito que tudo não passou de uma brincadeira na tentativa de manter a turma em silêncio. Segundo a secretaria, a direção da unidade convocou os alunos, juntamente com os responsáveis, para comparecerem à escola a fim de esclarecer a situação.
Em nota, a secretaria classifica como "inaceitável este tipo de conduta". A Escola Bento do Amaral Coutinho tem 971 alunos, 730 deles do 6º ao 9º do Ensino Fundamental, 209 do Programa de Educação de Jovens e Adultos (PEJ) e 32 de turmas de aceleração. Segundo a SME, a aula da professora era ministrada para alunos do 8º ano do Ensino Fundamental. O episódio teria ocorrido dia 7 de abril, mesmo dia da tragédia de Realengo.
O caso foi registrado por um parente de um dos estudantes na 10ª Coordenadoria de Educação (CRE). Segundo a CRE, a diretora Elisangela da Rosa se reuniu com a professora, que teria se desculpado pessoalmente com os alunos e dito que tudo não passou de uma brincadeira na tentativa de manter a turma em silêncio. Segundo a secretaria, a direção da unidade convocou os alunos, juntamente com os responsáveis, para comparecerem à escola a fim de esclarecer a situação.
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