Rio - O jovem E. T. L., 19 anos, que participou da morte do menino João Hélio em 2007, recebeu esta semana o benefício da liberdade assistida. E. cumpriu três anos de medida socioeducativa nas unidades para menores infratores do Estado e, em 2010, passou para o regime de semiliberdade.
De acordo com o Tribunal de Justiça do Rio, o infrator ficará em liberdade e recebe acompanhamento pela equipe da Vara da Infância e da Juventude. Após seis meses será realizada uma reavaliação para saber se ele está bem ou se o tratamento psicológico permanecerá. O jovem pode voltar a ser internado dependendo da avaliação.
De acordo com o Tribunal de Justiça do Rio, o infrator ficará em liberdade e recebe acompanhamento pela equipe da Vara da Infância e da Juventude. Após seis meses será realizada uma reavaliação para saber se ele está bem ou se o tratamento psicológico permanecerá. O jovem pode voltar a ser internado dependendo da avaliação.
Entenda o Caso João Hélio
Elson Lopes Vieites e Rosa Cristina Fernandes Vieites, pais do menino João Hélio | Foto de Uanderson Fernandes/ Agência O Dia
Em 7 de fevereiro de 2007, ladrões de carro mataram o menino João Hélio Fernandes, de 6 anos, que viajava no banco de trás de um Corsa prata, dirigido por sua mãe, Rosa Cristina Fernandes, em Cascadura, subúrbio do Rio. A criança ficou presa ao cinto de segurança quando a mãe, ao ser rendida pelos bandidos, tentava tirá-la do carro. Os bandidos saíram em disparada e o menino foi arrastado pendurado ao carro por sete quilômetros. Durante o trajeto, de 15 minutos, os ladrões percorreram cerca de 10 ruas arrastando a criança, da rua João Vicente, em Osvaldo Cruz, até a rua Caiari, em Cascadura.
O crime ocorreu por volta das 21h. Muitos moradores que acompanharam a cena de barbárie correram atrás do carro, desesperados, numa tentativa sem sucesso de parar o carro e salvar o menino. Pelo menos três motoristas também tentaram alcançar os bandidos, piscando farol alto, aos gritos pela janela. Quatro pessoas foram condenadas pelo crime e três continuam presos. E. era menor de idade na época do crime e, por isso, recebeu pena diferenciada.
O crime ocorreu por volta das 21h. Muitos moradores que acompanharam a cena de barbárie correram atrás do carro, desesperados, numa tentativa sem sucesso de parar o carro e salvar o menino. Pelo menos três motoristas também tentaram alcançar os bandidos, piscando farol alto, aos gritos pela janela. Quatro pessoas foram condenadas pelo crime e três continuam presos. E. era menor de idade na época do crime e, por isso, recebeu pena diferenciada.
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