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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Interino para Dnit

Governo deve definir ainda hoje interino para Dnit, diz ministro Sadok, que ocupava o cargo, foi afastado após denúncias sobre contratos.



O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, disse nesta sexta-feira (15) que deve definir ainda hoje o nome de um diretor interino para o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit).

“Logo logo vou designar um diretor que responderá interinamente pelo comando do órgão [Dnit]”, disse há pouco Passos em entrevista na entrada do Ministério dos Transportes, em Brasília, ao retornar de reunião com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto. Segundo ele, durante a reunião foram discutidos nomes para a direção do Dnit.

Nesta manhã, Passos determinou o afastamento temporário do diretor executivo do Dnit, José Henrique Sadok de Sá, após o jornal "Estado de S.Paulo" publicar que a construtora da mulher dele teria faturado R$ 18 milhões para fazer obras em rodovias federais entre 2006 e 2011, vinculadas a convênios com o órgão.

O ministério dos Transportes instituiu uma comissão de processo administrativo disciplinar para apurar os fatos publicados pelo jornal. Além da diretoria executiva, Sadok acumulou o cargo de diretor-geral do Dnit porque o titular, Luiz Antonio Pagot, foi afastado do cargo, mas está oficialmente em férias.

Passos disse que deve divulgar o nome do novo diretor do Dnit ainda nesta sexta-feira, mas não quis adiantar se ele já foi escolhido nem se adotará uma solução interna, ou seja, se o escolhido será necessariamente alguém do próprio Dnit.

O ministro disse ainda que não estuda novas demissões no órgão. Mas afirmou que elas serão feitas se houver necessidade. "Não estou trabalhando por antecipação, imaginando demissões. Eventualmente, se houver necessidade de fazer algum ajustamento na equipe, seja no ministério ou no Dnit, faremos."


Liberação de recursos para obras emergenciais


Passos disse ainda que vai passar a fazer a liberação “gradual” de recursos, incluindo termos aditivos, de contratos para obras emergenciais. O repasse de verbas havia sido suspenso pelo ex-ministro Alfredo Nascimento após as primeiras denúncias de irregularidades no Dnit.

“Iremos fazer gradualmente a liberação, sobretudo naquelas situações, seja de licitações ou de termos aditivos, que tenham a ver com a segurança nas estradas. Ou mesmo de contratações que sejam indispensáveis e que não seja adequado ou razoável adiar”, disse o ministro.

Ele citou como exemplo de contratos que devem ter recursos liberados aqueles voltados para manutenção das estradas. “Se tenho um contrato e dependo de um aditivo para assegurar que aquela estrada continue tendo uma boa cobertura em relação à sua manutenção, não há porque não liberar um aditivo.”






Entenda a crise


O governo determinou uma série de mudanças no ministério há duas semanas,quando a revista "Veja" publicou reportagem revelando um suposto esquema de superfaturamento em obras envolvendo servidores da pasta. A crise se agravou após suspeitas de que o filho do então ministro dos Transportes tenha enriquecido ilicitamente em razão do cargo do pai.


A reportagem de "Veja" relatou que representantes do PR, partido ao qual pertence o ministro Alfredo Nascimento e a maior parte da cúpula do ministério, funcionários da pasta e de órgãos vinculados teriam montado um esquema de superfaturamento e recebimento de propina por meio de empreiteiras.

Dilma Rousseff determinou o afastamento da cúpula dos Transportes e, na semana seguinte, o ex-ministro Alfredo Nascimento pediu demissão do cargo. Ele foi substituído por Paulo Passos.

De acordo com o Ministério dos Transportes, Frederico Augusto de Oliveira Dias também foi afastado do Dnit por Paulo Sérgio Passos, após denúncia do jornal "Folha de S.Paulo" de que ele atuaria como assessor da diretoria-geral em reuniões com prefeitos e autoridades, apesar de nunca ter sido nomeado pelo governo.

Segundo o jornal, Frederico Augusto é definido como "boy" pelo diretor afastado do Dnit, Luiz Antonio Pagot, mas possui sala própria e e-mail oficial do órgão. Ainda de acordo com a reportagem, Frederico Augusto é filiado ao PR e foi indicado para o "cargo" pelo deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP).Paulo Passos determinou comissão disciplinar para apurar fatos.


quinta-feira, 5 de maio de 2011

Fundador da Parmalat é preso na Itália


Calisto Tanzi foi condenado à prisão por falência fraudulenta da empresa.

Advogados querem que pena seja cumprida em prisão domiciliar.

O fundador e ex-dono da Parmalat, Calisto Tanzi, de 72 anos, foi detido nesta quinta-feira (5), em cumprimento da sentença emitida pela Corte Suprema italiana que o condenou a oito anos e um mês de prisão por falência fraudulenta da empresa alimentícia em 2003.
A imprensa italiana informou que agentes policiais chegaram no começo da tarde à residência de Tanzi, em Parma, no norte da Itália, para executar a ordem de prisão emitida pela procuradoria de Milão após a sentença do Supremo.
Calisto Tanzi, fundador da Parmalat, em foto de arquivo (Foto: AFP)Calisto Tanzi, fundador da Parmalat, em foto de
arquivo (Foto: AFP)
Tanzi manifestou estar "surpreendido" por sua detenção, em declarações publicadas pela imprensa italiana, e disse que esperava que a procuradoria atendesse ao pedido de seus advogados de suspender a pena à espera de uma decisão dos magistrados sobre seu pedido de prisão domiciliar.
O ex-dono da Parmalat deverá esperar agora pela decisão do juiz sobre o pedido apresentado por seus advogados para que se conceda a prisão domiciliar devido a sua idade avançada, precisaram as mesmas fontes.
A Corte Suprema italiana condenou Tanzi a oito anos e um mês de prisão, em um dos dois processos abertos contra ele pela quebra do grupo alimentício.
Com essa sentença, o Supremo rebaixou um ano e onze meses a pena ditada pelo Tribunal de Milão em segunda instância contra o ex-dono da Parmalat, acusado por especulação abusiva com prejuízo de terceiro.
A redução da condenação, informaram fontes judiciais, se deveu à anulação, por terem prescrito, de algumas acusações por emissão de informações falsas que se lhe acusavam.
Esta não é a primeira vez que Tanzi é preso, já que durante a investigação pela quebra da companhia passou três meses na prisão como medida preventiva, após o que lhe foi concedido a prisão domiciliar.

Falsa psicóloga será indiciada por crime de tortura no RJ, diz polícia


Delegado afirma que marido dela será indiciado por ajudar em crimes. 

Ela vai responder também por estelionato e exercício ilegal da profissão.

falsa psicóloga presa na semana passada no Rio vai responder pelo crime de tortura. O delegado Maurício Luciano Almeida e Silva, responsável pelo caso, afirmou nesta quinta-feira (5) que, segundo relatos de testemunhas, a suspeita usava tratamentos agressivos para fazer com que as crianças autistas que travava se alimentassem. Ela foi solta no último sábado (30), três dias depois de sua prisão.
“Ela dispensava um tratamento de intervenção familiar que não é correto. Terapeutas relataram em depoimento que ela imobilizava as crianças, amarrando pernas e braços para fazer com que elas comessem. Em alguns casos, cobria a boca das crianças para que elas não cuspissem a comida”, descreveu o delegado. A falsa psicóloga tratava de crianças autistas em um centro de tratamento especializado. Além do crime de tortura, a suspeita será indiciada por estelionato, propaganda enganosa e exercício ilegal da profissão.
De acordo com o delegado, o marido da falsa psicóloga também será indiciado pelos mesmos crimes que a mulher. “Ele será indiciado pois sabia que ela não era psicóloga e a ajudava a cometer esse crime. Ele era gerente financeiro, contador da clínica”, explicou.
Convênio com a Marinha
A polícia investiga ainda se a falsa psicóloga já teve convênio com o setor de saúde da Marinha. A denúncia veio de pais de um paciente que teriam usado o serviço para tratar o filho. Procurada pelo G1, a Marinha confirmou o convênio e afirmou que ela foi descredenciada em 2010.
Além de muitos pais, alguns ex-funcionários também foram ouvidos. “Muita coisa era só fachada. Os profissionais de lá não tinham vinculo empregatício e, como terapeutas, usavam métodos poucos ortodoxos, como colocar a comida à força na boca da criança. Estamos chamando os pais e, a partir destes depoimentos, a gente descobre os funcionários. Alguns não tinham formação para atuar como atuavam, mas não temos ainda elementos que afirmem que eles sabiam que ela não era psicóloga”, explica o delegado.
O propósito era que as crianças não melhorassem, disse funcionária
Ainda de acordo com Maurício Luciano, uma das funcionárias interrogadas chegou a dizer em depoimento que “sentia que o propósito era que as crianças não melhorassem e que os pais se eternizassem pagando as consultas”. Num outro depoimento, uma ex-funcionária contou que havia sido colega de faculdade da estelionatária e que acreditava que ela havia se formado.
“Cada um dos casos vai gerar um procedimento na Justiça”, afirma o delegado, que aguarda a decisão da Justiça sobre o bloqueio de bens da falsa psicóloga. “O objetivo é que ela não possa usufruir do dinheiro que auferiu mediante a fraude. A gente está juntando provas e indícios de crimes para verificar, para ver se pedimos uma nova prisão”, completa ele.
Entenda o caso
A falsa psicóloga foi presa em flagrante, na tarde de quarta-feira (27), atendendo um paciente em Botafogo, na Zona Sul, onde funcionava um centro de tratamento especializado fundado por ela. De acordo com as investigações, ela não possui graduação em curso superior, nem especialização em psicologia.
Segundo a polícia, ela atuava há 12 anos e atualmente ‘tratava’ cerca de 60 pacientes. Imagens feitas no centro de tratamento mostram a suspeita conversando com uma delegada, pensando se tratar da mãe de um futuro paciente.
A fraude foi descoberta por Andréia e o marido, Gilson Moreira, que desconfiou quando pediu recibos para declarar as despesas no imposto de renda.
De acordo com a polícia, ela cobrava, em média, R$ 90 por hora. Na delegacia, segundo a polícia, a falsa psicóloga disse informalmente só ter cursado dois períodos da faculdade de psicologia.

Trem colide em carro no Rio


O carro parou e só pensei no bebê, diz motorista que bateu em trem no RJ

Mãe e filha seguem internadas em hospital em Realengo, após colisão. 

"Minha preocupação era o bebê, era tirar o bebê do carro", contou Solange Dias Pereira, de 38 anos, que teve seu carro atingido por um trem do ramal de Belford Roxo, na manhã desta quinta (5). Solange estava acompanhada da filha Clara Luiza, de um 1 e 3 meses, quando o acidente aconteceu. Mãe e filha passam bem.
"O meu carro parou quando eu cruzava a linha do trem. Quando eu vi o trem vindo, eu fui para o banco de trás para tentar tirar minha filha. Quando vi que não ia dar tempo, abracei ela", contou.

Segundo ela, a filha estava presa na cadeira de criança e, ao tentar soltá-la, seu pé ficou do lado de fora do carro, provocando lesões.
"Deus me protegeu. Só machuquei o pé e minha filha não se machucou", disse. Solange, que é professora, estava indo para o trabalho, mas antes iria deixar a filha sob os cuidados de uma moça com quem a menina costuma ficar.
Solange e Clara estão internados no Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, na Zona Oeste, e não sabem quando deixarão a unidade.
Trem vai passar por perícia
De acordo com nota da SupeVia, o acidente ocorreu às 7h14,  com um trem que seguia para a Central do Brasil. Segundo a empresa, o trem foi atingido pelo carro quando passava pela passagem de nível. Nenhum passageiro do trem ficou ferido. 
Resgate bebê acidente de trem e carro no RJ (Foto: Reprodução / TV Globo)Bebê retirado de carro é socorrido por bombeiro
(Foto: Reprodução / TV Globo)
Segundo a concessionária, os clientes desembarcaram na linha e caminharam até a estação de Costa Barros, onde prosseguiram viagem em outras composições nos horários de 7h22 e 7h35. A SuperVia informa ainda que a passagem de nível é oficial e possui sinalização visual e luminosa conforme as normas da ABNT. A circulação no ramal Belford Roxo não foi interrompida e segue os intervalos regulares.
O trem acidentado permanece nos trilhos para que seja feita a perícia.
De acordo com informações do Centro de Operações Rio, o cruzamento da Estrada do Camboatá com a Estrada de Botafogo - a passagem de nível -  está interditado. O desvio está sendo feito pela Avenida José Arantes de Melo, Estrada João Paulo, Avenida Brasil, sentido Zona Oeste, Rua Marcos de Macedo até chegar novamente à Estrada do Camboatá.
Acidente de trem (Foto: Fabio Motta/AE)Carro foi arrastado pela linha de trem (Foto: Fabio Motta/AE)
Nenhum passageiro ficou ferido; trem vai passar por perícia.

Advogados de Deborah Guerner deixam defesa da promotora


Anúncio foi feito nesta quinta-feira; advogados não explicaram razão.

Promotora é suspeita de envolvimento com mensalão do DEM.

A promotora Deborah Guerner em sessão de julgamento do Conselho Nacional do Ministério Público no último dia 6 de abril (Foto: André Dusek / Agência Estado)A promotora Deborah Guerner em
sessão de julgamento do Conselho
Nacional do Ministério Público no dia
6 de abril (Foto: André Dusek/AE)
Os advogados Pedro Paulo de Medeiros e Luiz Rassi deixaram nesta quinta-feira (5) a defesa da promotora Deborah Guerner e do marido dela, Jorge Guerner. A promotora é suspeita de ligação com o mensalão do DEM.
A promotora, que está afastada de suas funções, havia sido presa junto com o marido no último dia 20. Eles foram acusados pelo Ministério Público de indícios de fraude processual e por terem viajado à Itália sem prévia comunicação à Justiça. Deborah Guerner e o marido passaram o feriado de Páscoa presos.
Os advogados afirmaram que tomaram a decisão de deixar o processo logo após o casal ser solto. Segundo eles, a decisão foi motivada por descumprimento contratual e havia sido adiada devido à prisão dos dois.
Deborah Guerner é suspeita de forjar insanidade mental para não responder processo em que é acusada de corrupção. Ela é investigada em pelo menos três processos relacionados ao suposto esquema de corrupção envolvendo membros do Executivo e Legislativo do Distrito Federal, conhecido como mensalão do DEM, o que ele nega.

Caso
Em março do ano passado, o Conselho Nacional do Ministério Público recebeu pedido para abertura de sindicância com o objetivo de investigar integrantes do MP e, em junho do mesmo ano, decidiu abrir processo administrativo contra Deborah Guerner e o então procurador-geral de Justiça do DF, Leonardo Bandarra.
Em novembro do ano passado, o Ministério Público Federal denunciou os promotores por crimes de violação de sigilo funcional, concussão (exigir dinheiro ou vantagem em razão da função que ocupa) e formação de quadrilha. Bandarra e Guerner negam envolvimento com irregularidades.
Apesar disso, diante de novas de suspeitas sobre suposta extorsão, Bandarra e Guerner foram afastados das funções no MP, em dezembro de 2010. Bandarra foi procurador-geral até junho de 2010 e a promotora Deborah Guerner era sua auxiliar.
Segundo dados da investigação da Polícia Federal, teria sido Deborah a responsável por estabelecer as negociações de cobrança de propina com Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais do governo de Arruda.
O mensalão do DEM de Brasília foi descoberto depois que a PF deflagrou, em novembro de 2009, a operação Caixa de Pandora, para investigar o envolvimento de deputados distritais, integrantes do governo do DF, além do então governador Arruda e de seu vice, Paulo Octávio (sem partido, ex-DEM). Octávio e Arruda sempre negaram envolvimento com o suposto esquema de propina.
Arruda chegou a ser preso, deixou o DEM para não ser expulso e foi cassado pela Justiça Eleitoral. Paulo Octávio renunciou ao cargo para defender-se das acusações. Durante meses, o DF esteve ameaçado de intervenção federal, devido ao suposto envolvimento de deputados distritais, integrantes do Ministério Público e do Executivo com o esquema denunciado por Durval Barbosa.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Superman pode renunciar à cidadania norte-americana

Rio - Em meio a vitória de Obama na luta contra o terrorismo um super herói dos quadrinhos vem questionando as políticas do governo. O Superman, um dos heróis mais conhecidos e símbolo da cultura norte-americana, levantou a questão relativa ao Irã e disse que pode renunciar à cidadania americana.


Na edicão 900ª do HQ o homem de aço anunciou a um funcionário da Casa Branca que estava revendo sua posição. "A justiça e o modo de vida americano não são mais suficientes", relata o herói. Na história o herói é criticado por aparecer em uma manifestação contra o presidente Irã. Segundo Superman, ele não quer ver sua ações usadas como propaganda pelos governo norte-americano.
Homem de aço ameaça deixar de ser cidadão norte-americano | Foto: Divulgação
O herói também relata que deve ajudar todo planeta e não ficar apenas atrelado a política externa norte-americana. O ato do homem de aço vem causando polêmica entre os americanos. Um dos possiveis candidatos à presidente dos EUA disse nesta fim semana que ameaça do Superman não é brincadeira.

Os editores da DC Comics, no entanto, garantem que os leitores não devem arrancar suas malhas azuis pela cabeça.

Mostrar foto de Bin Laden 'faz parte da missão', diz Sarah Palin no Twitter


Ex-governadora do Alasca é cotada para disputar eleições contra Obama.

Casa Branca divulgou que presidente decidiu não publicar imagens.

Do G1, em São Paulo
A ex-governadora do Alasca Sarah Palin, candidata a vice-presidente em 2008 e cotada para disputar as próximas eleições pelo Partido Republicano contra o presidente Barack Obama, comentou nesta quarta-feira (4) por meio do Twitter o posicionamento da Casa Branca em não publicar as imagens do corpo de Osama bin Laden após a operação que matou o terrorista.
"Mostre a foto como aviso aos outros que buscam a destruição da América. Sem se acovardar, sem politicagem, sem drama; faz parte da missão" (em tradução livre), escreveu ela em seu microblog.
Comentário postado no microblog de Sarah Palin sobre o posicionamento de Obama (Foto: Reprodução/Internet)Comentário postado no microblog de Sarah Palin sobre o posicionamento de Obama (Foto: Reprodução/Internet)