Luiz Carlos ficou preso temporariamente por 30 dias, a partir do dia 8 de março, quando se apresentou à delegacia e confessou o crime. O vigia foi colocado em liberdade depois de a Justiça ter negado o pedido de prisão preventiva, no dia 7 de abril, data em que expirou o prazo da prisão temporária. A Promotoria de Justiça que atua junto ao IV Tribunal do Júri recorreu da decisão junto à 2ª instância do Tribunal, obtendo a prisão cautelar do acusado. O recurso foi interposto pelo Promotor de Justiça Luciano Lessa Gonçalves dos Santos.
Este blog destina-se notícias e a o debate limpo e puro sobre assuntos da política Nacional e Internacional.
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Gostaríamos de pedir que vocês alem de ler postassem aqui na parte de comentários, sobre que assuntos vocês gostariam de ler, nos ajude a melhorar nosso editorial!!
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quinta-feira, 5 de maio de 2011
Justiça decreta e assassino de estudante retorna à prisão
Noite e madrugada violenta deixam cinco mortos no Rio
Cinco pessoas morreram e outras cinco ficaram feridas na noite desta quarta-feira (4) e madrugada desta quinta (5) nas zona Norte e Oeste da cidade do Rio. Na Vila dos Pinheiros, uma das comunidades que integra o complexo da Maré, na Zona Norte, um homem foi morto por uma bala perdida dentro de uma escola. Na Favela do Rola, em Santa Cruz (Zona Oeste), três homens foram mortos durante operação policial e, no já pacificado complexo do Alemão, um homem foi executado com mais de 20 tiros.
Josemilton Trindade da Silva, de 43 anos, assistia aula no Ciep Ministro Gustavo Capanema, na Vila dos Pinheiros, onde cursava a 7ª série, quando foi surpreendido por um tiro na cabeça. Segundo informações da polícia, a PM fazia uma operação na região. Ele foi socorrido no Hospital Geral de Bonsucesso, mas não resistiu ao ferimento.
Na troca de tiros entre policiais e traficantes também ficaram feridos Wellington de Oliveira, de 58 anos, com um tiro no ombro; William Soares, de 23, com um tiro na perna; e um policial militar atingido na perna, identificado apenas como cabo Márcio.
O caso que mais chamou a atenção foi o de execução de Wallace Moreira, 30 anos, com mais de 20 tiros na esquina das ruas Monterrey e Guadalajara, na Favela Nova Brasília, no complexo do Alemão, pacificado há 6 meses.
Segundo vizinhos da vítima relataram à polícia, Wallace teria agredido, há duas semanas, um usuário de drogas e discutido com um traficante que permanece escondido no Complexo do Alemão. As testemunhas contaram ainda que o autor do crime seria um homem chamado Julinho .
Polícia identifica o responsável pela invasão de ontem na Maré
Celso Pinheiro Pimenta, o Playboy | Foto: Reprodução
No momento não há confronto, já que homens do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e policiais do 22º Batalhão (Maré) ocupam a Maré. O reforço será mantido. "Os policiais continuarão na comunidade para evitar novos confrontos e manter a ordem", informou o major Bruno, do 22º BPM.
Noite de quarta-feira violenta na cidade
Noite de quarta e madrugada de quinta-feira violentas nas zonas Oeste e Norte do Rio. Dez pessoas foram baleadas nas favelas do Rola, em Santa Cruz, Vila do João e Vila dos Pinheiros, em Bonsucesso, e Nova Brasília, no Complexo do Alemão. Cinco delas morreram e outras cinco ficaram feridas.
Os casos mais graves foram a execução de Wallace Moreira, 30 anos, com mais de 20 tiros na esquina das ruas Monterrey e Guadalajara, no Alemão, e a morte por bala perdida do porteiro Josemilton Trindade da Silva, 43. Ele levou um tiro na cabeça dentro da sala de aula do Ciep Ministro Gustavo Capanema, na Vila dos Pinheiros, e morreu no Hospital Federal de Bonsucesso (HFB).
Um homem morreu e outros três ficaram feridos durante o tiroteio entre traficantes e policiais militares do 22º BPM (Maré) nas favelas Vila dos Pinheiros, Conjunto Esperança e Vila do João, no Complexo da Maré. O porteiro Josemilton Trindade da Silva, 43 anos, levou um tiro na cabeça dentro da sala de aula do Ciep Ministro Gustavo Capanema, na Vila dos Pinheiros, quando voltou para pegar sua mochila.
Josemilton foi removido dentro de um carro blindado da Polícia Militar, mas morreu ao dar entrada no Hospital Federal de Bonsucesso (HFB), em Bonsucesso. Na mesma unidade, foram socorridos os moradores Muller da Costa Lima, 21, baleado no braço e perna direitos; Wellington de Oliveira, 58, tiro no ombro; e William Soares da Costa, 23, atingido na perna. O cabo PM do 22º BPM, Márcio Antonio da Silva Guedes, levou um tiro na perna após ser surpreendido por traficantes que usaram uma kombi com vidros escuros para romper um dos bloqueios da polícia na entrada da Favela Vila do João.
Aluno dedicado e trabalhador de hábitos simples, Josemilton estava matriculado no curso regular do Programa de Educação Juvenil (PEJ), onde cursava o 6º ano do Ensino Fundamental. No horário noturno, mais de 300 alunos participavam das aulas quando começou o tiroteio. Todos foram orientados pelos professores a se jogar no chão do corredor entre as salas. O pânico foi tão grande que estudantes e funcionários só sairam da escola com o auxílio da PM.
PF prende 11 de grupo de ex-braço direito de Beira-Mar em GO
A PF, em ações anteriores, conseguiu apreender mais de 200 Kg de cocaína da quadrilha, além de veículos, aviões e dinheiro em dólar e real. Além disso, a PF já obteve judicialmente o sequestro e bloqueio de bens de integrantes do grupo, como fazendas e casas.
Falsa psicóloga será indiciada por crime de tortura no RJ, diz polícia
Delegado afirma que marido dela será indiciado por ajudar em crimes.
Ela vai responder também por estelionato e exercício ilegal da profissão.
A falsa psicóloga presa na semana passada no Rio vai responder pelo crime de tortura. O delegado Maurício Luciano Almeida e Silva, responsável pelo caso, afirmou nesta quinta-feira (5) que, segundo relatos de testemunhas, a suspeita usava tratamentos agressivos para fazer com que as crianças autistas que travava se alimentassem. Ela foi solta no último sábado (30), três dias depois de sua prisão.
“Ela dispensava um tratamento de intervenção familiar que não é correto. Terapeutas relataram em depoimento que ela imobilizava as crianças, amarrando pernas e braços para fazer com que elas comessem. Em alguns casos, cobria a boca das crianças para que elas não cuspissem a comida”, descreveu o delegado. A falsa psicóloga tratava de crianças autistas em um centro de tratamento especializado. Além do crime de tortura, a suspeita será indiciada por estelionato, propaganda enganosa e exercício ilegal da profissão.
De acordo com o delegado, o marido da falsa psicóloga também será indiciado pelos mesmos crimes que a mulher. “Ele será indiciado pois sabia que ela não era psicóloga e a ajudava a cometer esse crime. Ele era gerente financeiro, contador da clínica”, explicou.
Convênio com a Marinha
A polícia investiga ainda se a falsa psicóloga já teve convênio com o setor de saúde da Marinha. A denúncia veio de pais de um paciente que teriam usado o serviço para tratar o filho. Procurada pelo G1, a Marinha confirmou o convênio e afirmou que ela foi descredenciada em 2010.
A polícia investiga ainda se a falsa psicóloga já teve convênio com o setor de saúde da Marinha. A denúncia veio de pais de um paciente que teriam usado o serviço para tratar o filho. Procurada pelo G1, a Marinha confirmou o convênio e afirmou que ela foi descredenciada em 2010.
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Além de muitos pais, alguns ex-funcionários também foram ouvidos. “Muita coisa era só fachada. Os profissionais de lá não tinham vinculo empregatício e, como terapeutas, usavam métodos poucos ortodoxos, como colocar a comida à força na boca da criança. Estamos chamando os pais e, a partir destes depoimentos, a gente descobre os funcionários. Alguns não tinham formação para atuar como atuavam, mas não temos ainda elementos que afirmem que eles sabiam que ela não era psicóloga”, explica o delegado.
O propósito era que as crianças não melhorassem, disse funcionária
Ainda de acordo com Maurício Luciano, uma das funcionárias interrogadas chegou a dizer em depoimento que “sentia que o propósito era que as crianças não melhorassem e que os pais se eternizassem pagando as consultas”. Num outro depoimento, uma ex-funcionária contou que havia sido colega de faculdade da estelionatária e que acreditava que ela havia se formado.
Ainda de acordo com Maurício Luciano, uma das funcionárias interrogadas chegou a dizer em depoimento que “sentia que o propósito era que as crianças não melhorassem e que os pais se eternizassem pagando as consultas”. Num outro depoimento, uma ex-funcionária contou que havia sido colega de faculdade da estelionatária e que acreditava que ela havia se formado.
“Cada um dos casos vai gerar um procedimento na Justiça”, afirma o delegado, que aguarda a decisão da Justiça sobre o bloqueio de bens da falsa psicóloga. “O objetivo é que ela não possa usufruir do dinheiro que auferiu mediante a fraude. A gente está juntando provas e indícios de crimes para verificar, para ver se pedimos uma nova prisão”, completa ele.
Entenda o caso
A falsa psicóloga foi presa em flagrante, na tarde de quarta-feira (27), atendendo um paciente em Botafogo, na Zona Sul, onde funcionava um centro de tratamento especializado fundado por ela. De acordo com as investigações, ela não possui graduação em curso superior, nem especialização em psicologia.
A falsa psicóloga foi presa em flagrante, na tarde de quarta-feira (27), atendendo um paciente em Botafogo, na Zona Sul, onde funcionava um centro de tratamento especializado fundado por ela. De acordo com as investigações, ela não possui graduação em curso superior, nem especialização em psicologia.
Segundo a polícia, ela atuava há 12 anos e atualmente ‘tratava’ cerca de 60 pacientes. Imagens feitas no centro de tratamento mostram a suspeita conversando com uma delegada, pensando se tratar da mãe de um futuro paciente.
A fraude foi descoberta por Andréia e o marido, Gilson Moreira, que desconfiou quando pediu recibos para declarar as despesas no imposto de renda.
De acordo com a polícia, ela cobrava, em média, R$ 90 por hora. Na delegacia, segundo a polícia, a falsa psicóloga disse informalmente só ter cursado dois períodos da faculdade de psicologia.
Mansões compradas com dinheiro de assalto a Banco Central vão a leilão
Dinheiro usado na compra foi de um assalto ao BC no Ceará em 2005.
Casas podem ser compradas até a segunda-feira, em SP.
Duas mansões em São Paulo, compradas com dinheiro do assalto ao Banco Central em Fortaleza (CE), em 2005, foram postas a leilão pela Justiça Federal. Elas podem ser compradas até as 14 horas de segunda-feira (9). Uma fica em Alphaville, em Barueri, na Grande São Paulo, e tem lance inicial de R$ 1.136.223. A outra fica em Itu, interior do estado, no Condomínio City Castelo, e será vendida por R$ 508 mil.
Duas fazendas em Boa Viagem, no interior do Ceará, também estão sendo leiloadas. Uma pertencia a um ex-prefeito da cidade envolvido no crime. O leilão judicial ocorrerá via internet. As fotos das casas e informações de venda são abertas, mas é preciso se cadastrar no site para dar lance.
A casa de Itu tem área de 3 mil metros quadrados, campo de futebol e piscina. A de Alphaville - no condomínio Alphaville Plus - tem três andares, piscina e 380 metros quadrados de área construída, em um terreno de 525 metros quadrados. Um inquilino mora lá - quem arrematar a mansão será obrigado a respeitar o contrato e receberá o valor mensal do aluguel, hoje depositado em juízo.
Recuperação
Apreendidos pela Justiça cearense, diversos bens comprados pelos bandidos estão sendo leiloados desde 2007, que vão de posto de combustível em Mato Grosso a imóveis em São Paulo, Ceará, Piauí e Paraíba.
Apreendidos pela Justiça cearense, diversos bens comprados pelos bandidos estão sendo leiloados desde 2007, que vão de posto de combustível em Mato Grosso a imóveis em São Paulo, Ceará, Piauí e Paraíba.
Entre os bens estão joias, relógios, carros de luxo e até cabeças de gado. A Justiça Federal estima que R$ 2,5 milhões em bens tenham sido recuperados. No total, R$ 20 milhões foram recolhidos de contas bloqueadas e dinheiro em espécie encontrado. Mas tudo isso representa apenas 12% do que foi roubado. O bando levou R$ 164 milhões.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Polícia prende dois torcedores que participaram de briga no domingo em Niterói
Rio - Policiais da 78 DP (Fonseca) prenderam, na tarde desta quarta-feira, Raphael de Souza Silva, presidente da Torcida Jovem Fla de Niterói, e Rafael Coutinho Azarati, ambos envolvidos no confronto ocorrido na cidade entre torcedores do Flamengo e Vasco, após o jogo do último domingo.
Selvageria
Um morto, dez baleados, dois espancados e 101 detidos. Este foi o resultado da selvageria, no domingo, entre torcedores de Flamengo e Vasco. Em Campo Grande, no Rio, o flamenguista Fernando Correia Gomes Euphrazio, 18 anos, foi assassinado e outro rapaz, ferido a tiros. Na Praça Enéias de Castro, no Barreto, Niterói, integrantes da Força Jovem Vasco e da Torcida Jovem do Flamengo se enfrentaram. Nove pessoas foram baleadas e duas, agredidas a golpes de porrete. Entre os 101 detidos e levados à delegacia do Fonseca, 15 eram menores.
A praça é reduto de vascaínos. Segundo testemunhas, eles aguardavam ônibus para ir ao Engenhão quando foram surpreendidos por grupo de flamenguistas, a pé. Na praça, a polícia recolheu 11 porretes, alguns com pregos e marcas de sangue, e três barras de ferro.
Dois homens numa moto foram identificados como atiradores. Segundo o delegado Paulo Guimarães, eles seriam da Torcida Jovem do Flamengo. “São chamados de Congo e Touché, e já teriam envolvimento em outros casos”, afirmou ele, que vai recolher imagens de câmeras. “Os detidos vão responder por lesão corporal, segundo o Estatuto do Torcedor. A pena máxima é de dois anos de prisão. Abrimos ainda outro inquérito para investigar as tentativas de homicídios”, disse.
Grupo dá tiros em direção a bar e mata em Campo Grande
Em Campo Grande, Fernando Euphrazio, flamenguista, morreu baleado por homens que estavam numa caravana de torcedores do Vasco. Segundo a polícia, Fernando confraternizava com grupo de outros torcedores do Flamengo, num bar na Estrada do Encanamento, altura do número 630, na região de Santa Margarida. Às 11h, quatro veículos passaram pelo local — um ônibus, uma Kombi e dois carros de passeio —, portando bandeiras do Vaco e da torcida Galoucura, do Atlético Mineiro, que seriam ‘aliadas’. Indivíduos que estavam num dos carros desembarcaram e atiraram várias vezes contra o grupo na rua, fugindo em seguida.
O rapaz chegou a ser levado ao Hospital estadual Rocha Faria, onde faleceu. Outro torcedor, que não teve o nome revelado, deu entrada com um tiro na perna e foi liberado em seguida. A Delegacia de Homicídios investiga o caso.
sábado, 30 de abril de 2011
Coleção de ouro paga resgate milionário
Bando da Rocinha junta R$ 1,4 milhão, entre dinheiro e joias, para libertar traficante
POR LESLIE LEITÃO
Cordão gigantesco do Lindinho | Foto: Reprodução
Um dos chefões do São Carlos, o bandido, que vive escondido na Rocinha, ainda teria ficado devendo R$ 600 mil aos sequestradores. Ele teria se comprometido a quitar a dívida em prestações, o chamado ‘credi-crime’.
Segundo informações obtidas por pelo menos três delegacias da Polícia Civil, Lindinho retornou à comunidade no fim da manhã de quinta-feira. À noite, ele teria promovido um churrasco.
A dívida com os sequestradores teria sido paga num dos acessos à favela. Cerca de R$ 400 mil em dinheiro teriam sido reunidos pelo chefão da Rocinha, Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem. Vários bandidos entregaram seus objetos de ouro.
Os que mais chamaram a atenção foram os do próprio Lindinho: um cordão gigantesco com a letra L e a imagem de Jesus Cristo; quatro anéis que formam um de seus apelidos ( Foca), e um bracelete com três letras L, em referência a Lindinho, Lindão (o já morto Rogério Rios Mosqueira, o Roupinol) e Lindomar (Anderson Rosa Mendonça, o Coelho), chefes do tráfico do São Carlos, no Estácio.
Fuzis voltam a ser vistos nos becos e vielas
O recente episódio do sequestro de Lindinho na localidade do Laboriaux, um dos pontos mais altos da Rocinha, evidenciou o descontrole do território, especialmente depois de Nem ter dado ordens para que os bandidos não exibissem mais fuzis e pistolas para não oprimir a população, tentando assim desviar o foco das operações policiais.
Somado ao assalto ao carro-forte que abastecia um banco, em plena Via Ápia, há duas semanas, o sequestro fez com que a política da discrição mudasse. Ontem, vários fuzis já estavam espalhados por becos da favela.
O descontrole é tanto que, na semana passada, em operação da Polícia Civil, 42 motos roubadas foram apreendidas, contrariando a política de Nem, que proíbe assaltos.
Segundo informações obtidas por pelo menos três delegacias da Polícia Civil, Lindinho retornou à comunidade no fim da manhã de quinta-feira. À noite, ele teria promovido um churrasco.
A dívida com os sequestradores teria sido paga num dos acessos à favela. Cerca de R$ 400 mil em dinheiro teriam sido reunidos pelo chefão da Rocinha, Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem. Vários bandidos entregaram seus objetos de ouro.
Fuzis voltam a ser vistos nos becos e vielas
O recente episódio do sequestro de Lindinho na localidade do Laboriaux, um dos pontos mais altos da Rocinha, evidenciou o descontrole do território, especialmente depois de Nem ter dado ordens para que os bandidos não exibissem mais fuzis e pistolas para não oprimir a população, tentando assim desviar o foco das operações policiais.
O descontrole é tanto que, na semana passada, em operação da Polícia Civil, 42 motos roubadas foram apreendidas, contrariando a política de Nem, que proíbe assaltos.
Jovem morre a tiros em São Gonçalo
POR LÚCIO NATALÍCIO
A mulher de Diego estava na casa da mãe quando ouviu os disparos e encontrou o marido morto. Ela contou na 74ª DP (Alcântara) que o marido não tinha inimigos.
A polícia ouviu o pai da vítima, Genilson Vieira, morador de Araruama, que disse que o filho estaria frequentando uma igreja evangélica e nunca teve envolvimento com bandidos.
A polícia informou que o pedreiro não tinha antecedentes criminais e vai iniciar, nesta segunda-feira, a investigação. Parentes e vizinhos de Diego serão chamados para prestar depoimento.
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