A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ALGBT) vai entrar ainda hoje (1º) com uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). “Queremos que ele seja investigado pelo crime de racismo”, afirmou o presidente da associação, Toni Reis.
Na segunda-feira (28), Bolsonaro criou polêmica ao ser entrevistado em um programa de televisão. Perguntado, em tese, sobre como enfrentaria a homossexualidade de um filho, o deputado respondeu: “Isso nem passa pela minha cabeça. Eles tiveram uma boa educação. Eu sou um pai presente, então, não corro este risco.” Também declarou que não participaria de uma parada gay porque tal evento “promove os maus costumes”. “Acredito em Deus, tenho uma família, e a família tem que ser preservada a qualquer custo, senão a nação simplesmente ruirá”, completou.
Para o presidente da ALGBT, o deputado tem liberdade de expressar opinião, mas as declarações dadas durante a entrevista "passaram do limite". “Todos são iguais perante a lei. Não podemos tolerar esse tipo de atitude, pois ele ultrapassou a linha do permitido e vai contra a Constituição.”
Na quarta-feira (30), Bolsonaro afirmou que não teme ser cassado por causa de comentários racistas e homofóbicos feitos no programa. Os seis pedidos de investigação contra ele na Câmara dos Deputados poderão ser reunidos em um único processo.
Uma das representações, assinada por 20 deputados, pede que Bolsonaro deixe a Comissão de Direitos Humanos e Minorias. A representação também será encaminhada ao Ministério Público, ao Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana e ao Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial.
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