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Editores Politicagem popular

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Vídeo mostra que Wellington planejava massacre desde 2010

Rio - Um vídeo caseiro feito no ano de 2010 pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira foi recuperado no HD do computador pela Polícia Civil. As imagens foram divulgadas na tarde desta quarta-feira e mostram que o ataque cruel da última quinta-feira estava sendo premeditado.

No vídeo, Wellington diz: "A maiora das pessoas me desrespeita, acha que sou um idiota, se aproveitam de minha bondade e me julgam antecipadamente. São falsas e descobrirarão quem sou da maneira mais radical.

Ainda na imagem, o assassino de 12 crianças afirma que realizará "uma ação pelos seus semelhantes". Sobre os seus "iguais", ele diz que "são humilhados, agredidos, desrespeitados, em vastos locais, principalmente em escolas, pelo fato de serem diferentes. de não fazerem parte do grupo dos infieis, dos falsos, dos corruptos, dos maus, são humilhados por serem bons".
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Corpo no IML

O corpo do atirador Wellington Menezes de Oliveira completou seis dias no Instituto Médico Legal (IML) do Rio de Janeiro. O corpo foi encaminhado ao IML na última quinta-feira, depois de ser retirado da escola em Realengo onde morreu. Até o momento, nenhum parente compareceu ao IML para fazer a identificação do corpo e liberá-lo para o enterro. Caso ninguém libere o corpo nos próximos nove dias, Wellington será enterrado como indigente.
Psicopata mata 12 estudantes em escola municipal

Manhã de 7 de abril de 2011. São 8h20 de mais um dia que parecia tranquilo na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste. Mas o psicopata que bate à porta da sala 4 do segundo andar está prestes a mudar a rotina de estudantes e professores, que festejam os 40 anos do colégio. Wellington Menezes de Oliveira, um ex-aluno de 24 anos, entra dizendo que vai dar palestra. Coloca a bolsa em cima da mesa da professora, saca dois revólveres e dá início a um massacre em escola sem precedentes na História do Brasil. Nos minutos seguintes, a atrocidade deixa 12 adolescentes mortos e 12 feridos. 

Transtornado, o assassino atacou alunos de duas turmas do 8º ano (1.801 e 1.802), antiga 7ª série. As cenas de terror só terminam com a chegada de três policiais militares. No momento em que remuniciava dois revólveres pela terceira vez, o assassino é surpreendido por um sargento antes de chegar ao terceiro andar da escola. O tiro de fuzil na barriga obriga Wellington a parar. No fim da subida, ele pega uma de suas armas e atira contra a própria cabeça.

Na escola, a situação é de caos. Enquanto crianças correm — algumas se arrastam, feridas —, moradores chegam para prestar socorro. PMs vasculham o prédio, pois havia a informação da presença de outro atirador. São mais cinco minutos de pânico e apreensão. Em seguida, começa o desespero e o horror das famílias.

A notícia se alastra pelo bairro. Parentes correm para a escola em busca de notícias. O motorista de uma Kombi para em solidariedade. Ele parte rumo ao Hospital Albert Schweitzer, no mesmo bairro, com seis crianças na caçamba, quase todas com tiros na cabeça ou tórax.

Wellington, que arrasou com a vida de tantas famílias, era solitário. Segundo parentes, jamais teve amigos e passava os dias na Internet ou lendo livros sobre religião. Naquela mesma escola, entre 1999 e 2002, período em que lá estudou, foi alvo de ‘brincadeiras’ humilhantes de colegas, que chegaram a jogá-lo na lata de lixo do pátio.

A carta encontrada dentro da bolsa do assassino tenta explicar o inexplicável. Fala em pureza, mostra uma incrível raiva das mulheres — dez dos 12 mortos — e pede para ser enrolado num lençol branco que levou para o prédio do massacre. O menino que não falava com ninguém deixou seu recado marcado com sangue de inocentes estudantes de Realengo.

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