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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Para pegar atestado de óbito tem detector de metal, ironiza pai

Chorando muito, o militar reformado Raimundo Nazaré, pai de uma das vítimas fatais do tiroteio da quinta-feira em Realengo, zona oeste do Rio, cobrou das autoridades a instalação de detectores de metais nas portas das escolas da cidade, para evitar que outros pais passem pelo sofrimento dele. "Para retirar o atestado de óbito da minha filha (no Instituto Médico Legal), passei pelo detector de metais. Isso não deve ser realidade apenas em repartições públicas. Peço às autoridades ação. Acredito que um detector de metais seria necessário na porta de cada escola do Rio de Janeiro."
"Minha princesinha foi embora. Quando ouço vocês falarem o nome dela e sei que ela não está mais aqui, é como uma punhalada em meu coração", disse o pai de Ana Carolina Pacheco da Silva, 13 anos. "Perdi a minha Carolzinha, uma menina linda e meiga. Ela era daquelas que, quando tocava o despertador, dava um pulo e ia feliz para o colégio. Eu adorava ver aquele sorriso dela, e ouvi-la dizendo 'pai, cheguei'", afirmou Narazé, explicando que queria ter podido se despedir da filha naquela manhã.
O militar conta que a família é religiosa e que Ana Carolina e o irmão estavam ensaiando uma peça teatral que seria apresentada na Páscoa. "Nossa família não tem mais Páscoa. Não quero nem pensar como será nosso Natal ou o aniversário da minha pequena. Acabou", disse, muito emocionado, enquanto segurava o atestado de óbito da menina.
Atentado
Um homem matou pelo menos 12 estudantes a tiros ao invadir a Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, na manhã do dia 7 de abril. Wellington Menezes de Oliveira, 24 anos, era ex-aluno da instituição de ensino e se suicidou logo após o atentado. Segundo a polícia, o atirador portava duas armas e utilizava pelo menos 10 dispositivos para recarregar os revólveres rapidamente. As vítimas tinham entre 12 e 14 anos. Outras 18 ficaram feridas.
Wellington entrou no local alegando ser palestrante. Ele se dirigiu até uma sala de aula e passou a atirar na cabeça de alunos. A ação só foi interrompida com a chegada de um sargento da Polícia Militar, que estava a duas quadras da escola. Ele conseguiu acertar o atirador, que se matou em seguida. Em uma carta, Wellington não deu razões para o ataque - apenas pediu perdão de Deus e que nenhuma pessoa "impura" tocasse em seu corpo.

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