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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Gbagbo pede que suas tropas cessem os combates na Costa do Marfim

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DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS
Atualizado às 15h42.
Horas após ser detido, na manhã desta segunda-feira, o líder da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, disse em entrevista ao uma emissora de TV que pediu às tropas leais a ele que "parem com as armas".
Nas imagens pode-se ver Gbagbo entrar num quarto e sentar-se na cama, rodeado por vários homens de pé, com os quais ele conversa.
Entre eles, seu filho Michel, o ministro do Interior de Ouattara, Hamed Bakayoko, e o comandante Issiaka Ouattara, chamado "Wattao", um dos chefes militares das forças pró-Ouattara.
Um dos homens o ajuda a retirar a camisa, seu filho lhe estende uma toalha branca com a qual enxuga seu rosto de suor, depois o ajuda a vestir outra camisa de cor verde, com motivos africanos.
Outras imagens mostram sua esposa Simone Gbagbo, despenteada, e escoltada por homens não identificados.
INVASÃO E PRISÃO
As declarações chegam apenas horas depois que o líder, que se recusava a entregar o poder ao presidente eleito Alassane Ouattara, foi preso durante uma invasão à sua residência.
Participaram da ação as tropas leais a Ouattara, além de soldados das Nações Unidas e da França, que também mantém uma missão de paz no país.
TCI via APTN/AP
O presidente em exercício da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, foi detido por forças leais ao seu rival
O presidente em exercício da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, foi detido por forças leais ao seu rival
"A missão da ONU na Costa do Marfim confirma que o ex-presidente Laurent Gbagbo se rendeu às forças de Outtara e está sob custódia", disse o porta-voz da organização, Farhan Haq. Segundo ele, a missão da ONU no país, conhecida como UNOCI, está providenciando "segurança, de acordo com seu mandato".
O enviado da ONU ao país, Youssoufou Bamba, disse que Gbagbo está "vivo e bem" após sua detenção e será levado a julgamento.
Gbagbo e sua mulher, Simone, foram levados ao quartel-general de Ouattara, afirmou Anne Ouloto, porta-voz do presidente reconhecido internacionalmente.
Anteriormente, um assessor de Gbagbo na França havia dito que forças especiais francesas o teriam detido e entregado aos líderes da oposição rebelde.
O presidente estava vivendo em um bunker na residência em Abidjan há cerca de uma semana. Depois de uma década no poder, ele se recusa a sair apesar de as Nações Unidas terem reconhecido o presidente eleito nas eleições de novembro, Alassane Ouattara.

Sia Kambou-4.fev.2011/AFP
Presidente em exercício, Laurent Gbabgo, que foi preso por forças da França após invasão de palácio
Presidente em exercício, Laurent Gbabgo, que foi preso por forças da França após invasão de palácio
Tanques franceses avançaram pelo centro de Abdijã na manhã desta segunda-feira, um dia depois de um segundo bombardeio aéreo que alvejou posições de Gbagbo na capital.
A poucos metros da casa de Gbagbo, moradores disseram ter visto dez veículos blindados com a bandeira francesa circulando na manhã de hoje, o que forçou os homens leais ao presidente a deixarem a região. Dois dos tanques bloquearam o acesso à região, enquanto os outros seguiram para a casa do presidente.
Na região comercial de Plateau, testemunhas dizem ter visto soldados franceses se confrontando com seguidores de Gbagbo perto do palácio presidencial.
Gbagbo perdeu o controle do país há cerca de duas semanas, quando partidários de Ouattara tomaram conta do norte e do oeste do país, além de Abdijã.
A atual crise marfinense começou depois do segundo turno das eleições presidenciais, em 28 de novembro, quando Gbagbo, presidente da Costa do Marfim desde 2000, se negou a admitir sua derrota frente a Ouattara e a ceder o poder, apesar do forte pressão internacional para que deixe a presidência.
BOMBARDEIOS
Neste domingo, helicópteros da França e da ONU lançaram foguetes contra a residência de Gbagbo, em uma retaliação aos ataques contra civis.
Moradores próximos do complexo presidencial disseram ter visto dois helicópteros da ONU Mi-24 e um francês abrirem fogo contra a residência, onde Gbagbo se mantém em um bunker.
Um repórter da agência Associated Press relatou que helicópteros decolaram de uma base militar e minutos depois foram ouvidas explosões na direção da residência do presidente. Outros helicópteros franceses partiram nas horas seguintes e novos bombardeios foram ouvidos.

Editoria de Arte/Folhapress

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