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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Chefe de Polícia Civil revela que já sofreu três ameaças de milicianos


Operação Blecaute prendeu vereador acusado de planejar morte de Martha Rocha




RIO - No dia em que 80 agentes da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) deflagararam a Operação Blecaute para prender integrantes de uma milícia da Zona Oeste do Rio, liderada pelo vereador Luiz André Ferreira da Silva (PR), conhecido como Deco, a chefe de Polícia Civil, Martha Rocha, revelou que já sofreu pelo menos três ameaças de morte de grupos de milicianos.
Deco foi preso esta manhã com mais dois acusados. Segundo a polícia, ele planejou o assassinato da delegada Martha Rocha quando ela era titular da delegacia de Campinho (28 DP), em 2007. O deputado estadual Marcelo Freixo, que presidiu a CPI das milícias, também estava na mira dos criminosos.
Acusações


O grupo liderado por Luiz André Ferreira da Silva é acusado de cobrar taxas de segurança de moradores e comerciantes, venda ilegal de gás, exploração de máquinas caça-níqueis e transporte irregular de passageiros.
Além disso, os milicianos ameaçavam, torturavam, matavam e desapareciam com os corpos das vítimas. De acordo com as denúncias, Deco e os seus comandados agiam nas comunidades do Bateau Mouche, Chacrinha, São José, Campinho e Fubá. Muitos moradores que se negavam a pagar pela suposta 'proteção' foram expulsos de suas casas. Os criminosos também se apoderaram de terrenos da prefeitura.
Deco é preso em casa de luxo
Deco foi preso em casa, ao lado da mulher e dos três filhos, em um triplex, com cercas elétricas e câmeras de segurança, no bairro da Pechincha, em Jacarepaguá. Dois carros de luxo foram apreendidos na garagem da casa, um Volkswagen New Beetle vermelho (LPX-2804) e um Mitsubishi Pajero cinza (LPH 9115).
No interior, foram recolhidos computadores, pen-drives e documentos, além de um facão.
O titular da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), Alexandre Capote, disse que a investigação que levou à prisão de Deco levou seis meses e teve como base a CPI das milícias.
O delegado afirmou ainda que o grupo comandado por Deco movimentava aproximadamente R$ 400 mil por mês e tinha como características uma estrutura muito bem organizada e violenta. O delegado acredita que os documentos encontrados na casa do vereador podem revelar a participação ou autoria em vários crimes.
Ao ser preso, Deco afirmou: "Não participo de milícia nenhuma. Pode puxar minha ficha que do primeiro ao quarto ofício não tem nada".
Busca e apreensão também na Câmara de Vereadores
Os policiais da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) também estiveram no gabinete do vereador Deco, na Câmara Municipal, no Centro do Rio. O material recolhido foi levado para a delegacia, onde será analisado.
Em casa de miliciano, policiais apreendem cofre e mais de R$ 60 mil
Os policiais que participam da operação Blecaute apreenderam um cofre, cordões, pulseiras e peças de ouro, além de mais de R$ 60 mil, na casa do miliciano Hélio Albino Filho, o Lica ou PM Souza, em Jacarepaguá.
Ele seria o segundo na hierarquia da milícia chefiada pelo vereador Deco. Apesar do apelido, não é policial.

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