Rio - A terceira parcela do aluguel social às vítimas das chuvas de janeiro na Região Serrana começa a ser paga nesta segunda-feira, dia 18 de abril. De acordo com o secretário de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Rodrigo Neves, cerca de 6.500 famílias cadastradas pelas prefeituras, sob supervisão do governo do estado, receberão o auxílio em conta corrente, com cartão magnético.
A Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), em parceria com o Proderj, o Ministério do Desenvolvimento Social e a Caixa Econômica Federal desenvolveram um sistema inovador da plataforma do programa integrando-o ao CADÚnico. Os recursos destinados pelos governos federal e estadual ao aluguel social na região somam 41 milhões de reais.
De acordo com a secretaria, as duas mil famílias, cadastradas no programa aluguel social, e também incluídas no programa bolsa família, identificadas como as que estão na linha da pobreza extrema, e que perderam bens móveis na tragédia, começaram a receber, no último dia 24 de março, kits de móveis e eletrodomésticos composto por geladeira, fogão, televisão, panelas, cama e colchão de casal e duas de solteiro. No próximo dia 20 de abril, 400 famílias de Teresópolis também começarão a receber os seus kits.
“Esta ação cumpre duas funções sociais: o apoio às famílias desabrigadas na linha da pobreza extrema e a desocupação de equipamentos comunitários ocupados provisoriamente como abrigos. Grande parte das pessoas que estavam em abrigos já reestruturam, com o auxílio do programa aluguel social, o núcleo familiar em ambientes com maior privacidade e segurança”, explica o secretário de Assistência Social e Direitos Humanos, Rodrigo Neves.
Das 8000 pessoas que estavam nos 140 abrigos nas cidades, 500 pessoas ainda se encontram nesta situação, sendo a maior parte em Nova Friburgo e Teresópolis. Sempre em contato com as prefeituras, responsáveis pelo trabalho de acompanhamento das famílias que ainda estão nos abrigos e o acompanhamento social àquelas que já foram para suas novas casas, a SEASDH ressalta ainda a importância de as prefeituras destacarem áreas para viabilizar a construção de moradias, com apoio dos governos federal e estadual.
Novos CRAS nos sete municípios
O governo do Estado, através da SEASDH, disponibilizou também recursos para as prefeituras para a construção de, pelo menos, um novo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) em cada um dos sete municípios atingidos pela tragédia, totalizando 10 novas unidades na Região Serrana (dois em Teresópolis, dois em Nova Friburgo e dois em Petrópolis, e um em cada município menor). O investimento gira em torno de R$ 800 mil e, até o fim do primeiro semestre, todos eles entrarão em funcionamento.
A Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), em parceria com o Proderj, o Ministério do Desenvolvimento Social e a Caixa Econômica Federal desenvolveram um sistema inovador da plataforma do programa integrando-o ao CADÚnico. Os recursos destinados pelos governos federal e estadual ao aluguel social na região somam 41 milhões de reais.
De acordo com a secretaria, as duas mil famílias, cadastradas no programa aluguel social, e também incluídas no programa bolsa família, identificadas como as que estão na linha da pobreza extrema, e que perderam bens móveis na tragédia, começaram a receber, no último dia 24 de março, kits de móveis e eletrodomésticos composto por geladeira, fogão, televisão, panelas, cama e colchão de casal e duas de solteiro. No próximo dia 20 de abril, 400 famílias de Teresópolis também começarão a receber os seus kits.
“Esta ação cumpre duas funções sociais: o apoio às famílias desabrigadas na linha da pobreza extrema e a desocupação de equipamentos comunitários ocupados provisoriamente como abrigos. Grande parte das pessoas que estavam em abrigos já reestruturam, com o auxílio do programa aluguel social, o núcleo familiar em ambientes com maior privacidade e segurança”, explica o secretário de Assistência Social e Direitos Humanos, Rodrigo Neves.
Das 8000 pessoas que estavam nos 140 abrigos nas cidades, 500 pessoas ainda se encontram nesta situação, sendo a maior parte em Nova Friburgo e Teresópolis. Sempre em contato com as prefeituras, responsáveis pelo trabalho de acompanhamento das famílias que ainda estão nos abrigos e o acompanhamento social àquelas que já foram para suas novas casas, a SEASDH ressalta ainda a importância de as prefeituras destacarem áreas para viabilizar a construção de moradias, com apoio dos governos federal e estadual.
Novos CRAS nos sete municípios
O governo do Estado, através da SEASDH, disponibilizou também recursos para as prefeituras para a construção de, pelo menos, um novo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) em cada um dos sete municípios atingidos pela tragédia, totalizando 10 novas unidades na Região Serrana (dois em Teresópolis, dois em Nova Friburgo e dois em Petrópolis, e um em cada município menor). O investimento gira em torno de R$ 800 mil e, até o fim do primeiro semestre, todos eles entrarão em funcionamento.
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