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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Rebeldes pedem à Otan intensificação de ataques aéreos na Líbia










'Precisamos de mais proteção para civis', diz representante de rebeldes.
Grupo de Contato sobre a Líbia se reúne pela primeira vez no Qatar.

Do G1, com agências internacionais
O representante de Relações Exteriores do Conselho Nacional de Transição (CNT, rebeldes líbios), Ali al-Issawi, pediu à Otan que intensifique os ataques aéreos contra as forças do coronel Kadhafi, na primeira reunião do Grupo de Contato sobre aLíbia, que acontece em Doha.
"Precisamos de mais proteção para os civis", declarou Issawi, que participa em Doha na reunião do Grupo de Contato sobre a Líbia. "Queremos mais bombardeios aéreos contra os tanques e os lugares de onde se disparam os mísseis", explicou.


Reunido em Doha, o grupo também pede a renúncia de Muamar Kadhafi como único meio para alcançar uma solução para a crise líbia, segundo o texto de um comunicado.
O grupo insiste na "necessidade de que (o coronel) Kadhafi renuncie ao poder" para favorecer uma solução à crise política na Líbia, indica o texto de um comunicado lido ante os jornalistas pelo primeiro-ministro e chefe da diplomacia do Qatar, xeque Hamad Ben Jasem Ben Jabr Al Thani.
Rebeldes líbios fazem juntos as orações de meio-dia próximo ao portão de entrada da cidade de Ajdabiya (Foto: Marwan Naamani / AFP)Rebeldes líbios fazem juntos as orações de meio-dia próximo ao portão de entrada da cidade de Ajdabiya (Foto: Marwan Naamani / AFP)
A primeira reunião do Grupo de Contato sobre a Líbia teve início nesta quarta-feira (13) em Doha sob a presidência conjunta de Grã-Bretanha e Qatar e na presença do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.
A reunião tenta encontrar uma solução política para a crise líbia quatro semanas depois do início de uma intervenção militar multinacional sob mandato da ONU para proteger a população civil.
Ajuda humanitáriaO secretário-geral da ONU afirmou que 3,6 milhões de pessoas podem necessitar de ajuda humanitária na Líbia.

Ban pediu à comunidade internacional união sobre a questão líbia."É fundamental que falemos com uma só voz", declarou Ban Ki-moon em um momento de divergências entre os aliados ocidentais sobre a estratégia a ser adotada.
Ao comentar a situação humanitária no país, que tem seis milhões de habitantes, o secretário-geral da ONU afirmou que "na pior das hipóteses, até 3,6 milhões de pessoas podem precisar de ajuda humanitária".
O pedido de união foi feito em um momento de debate. A Itália, por exemplo, defende o fornecimento de armas aos rebeldes líbios.
"Devemos fornecer todos os meios possíveis para a defesa deles", declarou Maurizio Massari, porta-voz do ministério das Relações Exteriores italiano, antes de destacar que a resolução 1973 da ONU que autorizou o uso da força contra o coronel Muamar Kadhafi "não proíbe prover armas aos rebeldes".
"O tema do fornecimento de armas aos rebeldes é claramente um tema de discussão, para que possam defender-se", completou Massari.
Mas o porta-voz destacou que uma decisão sobre o assunto não deve ser tomada em Doha.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, cumprimenta o chefe comissão da União Africana, Jean Ping, em Doha (Foto: Karim Jaafar/AFP )O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, cumprimenta o chefe comissão da União Africana, Jean Ping, em Doha (Foto: Karim Jaafar/AFP )
Pressão sobre KadhafiO ministro britânico das Relações Exteriores, William Hague, afirmou que as pressões para obter a renúncia de Kadhafi devem aumentar na reunião do Grupo de Contato.
"As pressões para a saída de Kadhafi se intensificarão durante a reunião de hoje. É impossível pensar em um futuro viável para a Líbia com o coronel Kadhafi no poder", declarou Hague à imprensa.
"A grande maioria da comunidade internacional está de acordo com o fato de que Kadhafi deve partir", acrescentou o ministro britânico.
Ao mesmo tempo, Hague pediu a criação de um "mecanismo financeiro regional" para ajudar os rebeldes na Líbia.
Já o ministro alemão das Relações Exteriores, Guido Westerwelle, afirmou que seu país não vê solução militar na Líbia.
Westerwelle se recusou a comentar as operações em curso na Líbia, mas afirmou que a Alemanha está disposta a apoiar a ação humanitária a favor do povo líbio.
Também declarou que o ditador Muamar Kadhafi deve ir embora e que ele não tem futuro na Líbia.
Alemanha expulsa diplomatas líbiosO ministério alemão anunciou nesta quarta-feira a expulsão de cinco diplomatas líbios que exerceram pressões sobre cidadãos líbios na Alemanha.
"O ministério convocou o embaixador da Líbia na Alemanha. Foi informado que cinco diplomatas líbios foram expulsos e devem abandonar a Alemanha em um prazo de sete dias", afirma um comunicado oficial.
Em Trípoli, o porta-voz do governo líbio, Mussa Ibrahim, afirmou que o regime faz "todo o possível" para ajudar a população de Misrata, uma cidade rebelde 200 km ao leste da capital.
"O governo está fazendo tudo o que pode pela população de Misrata", declarou Ibrahim em uma entrevista coletiva.
Ele disse que o governo autorizou no domingo o envio de um navio humanitário turco a Misrata, localidade cercada pelas forças do coronel Muamar Kadhafi há mais de um mês e meio.
Ibrahim recordou ainda que o governo autorizou a abertura de uma representação do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) em Trípoli, para que os ativistas tenham acesso a Misrata, e que convidou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) a ajudar as crianças da cidade.
O Unicef pediu na segunda-feira o fim do cerco a Misrata, onde as crianças são vítimas dos combates.
Ibrahim negou as acusações de organizações de defesa dos direitos humanos de que as forças leais a Kadhafi reprimem de forma violenta uma onda de protestos sem precedentes contra o regime.
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