Caso envolve suposta cobrança de propina no porto de Santos; vice nega.
Procurador entende que não há indícios contra vice-presidente.
fevereiro (Foto: Renato Araújo / Agência Brasil)
A recomendação da PGR será analisada pelo ministro relator do caso no Supremo, Marco Aurélio Mello. Aberto pela 4ª Vara Criminal da Justiça Federal de São Paulo, o inquérito apura o suposto envolvimento de Temer e do ex-presidente da Codesp Marcelo de Azeredo.
As empresas participaram de licitações para arrendamento de áreas operacionais no porto. O inquérito foi revelado em reportagem do jornal "Folha de S.Paulo".
"As diligências realizadas enquanto a investigação tramitou perante a Polícia Federal não trouxeram novas provas dos fatos em apuração que evidenciassem qualquer envolvimento de Michel Temer, não havendo, portanto, justa causa para a tramitação do presente inquérito”, afirmou o procurador-geral no parecer.
Na última terça-feira (5), após participar de evento, em Brasília, Temer negou as acusações.
"Isso é coisa velha. Mais do que velha, é antiquíssima. Por ser antiquíssima, já foi decidida pelo procurador-geral da República a mesma matéria que foi veiculada hoje. Não há conexão nenhuma quanto aos fatos. Enfim, não vou revelar minha indignação, porque ela surge da forma como eu respondo", declarou.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado por postar sua opinião nossa equipe agradece.