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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Militares tinham espiões na guerrilha do Araguaia, revela historiador


Médici deu licença ao general Orlando Geisel para executar opositores. Arquivo reunido ainda não tem destino

Jornal do BrasilAna Paula Siqueira

Há mais de uma década, o historiador e jornalista Hugo Studart começou a colher documentos e depoimentos de militares que atuaram na guerrilha do Araguaia. São cerca de 20 mil páginas  que incluem arquivos das Forças Armadas e fotografias da guerrilha utilizadas para suas teses acadêmicas.
Mas, apesar do grande acervo acumulado, Studart tem tido dificuldades para encontrar uma instituição que receba e torne acessíveis as informações obtidas por ele. Pior: o historiador está receoso de que, ao fazer a doação a instituições públicas, os documentos possam ser classificados como secretos, deixando de ser acessíveis aos pesquisadores.
Entre os arquivos secretos – inéditos até hoje e obtidos com exclusividade pelo JB – está o Documento de Informação, produzido pela Agência de São Paulo do Serviço Nacional de Informação, datado de 14 de maio de 1973, que traz a relação de presos e mortos em “combate com os órgãos de segurança”.  Esses documentos referem-se à guerrilha urbana e, assim como outros arquivos, “são trabalho para outro historiador”, segundo Hugo Studart.
s mortes aconteceram “em decorrência da resistência que ofereceram por ocasião de suas prisões” durante o “entrevero com os órgãos de segurança”, registra o documento. Todos os mortos seriam da Aliança Libertadora Nacional (ALN): João Carlos Cavalcante Reis (“Marcos”), Arnaldo Cardoso Rocha (“Giba”), Francisco Emanuel Penteado (“Júlio”), Francisco Seixo Okama (“Baiano”), Romualdo Mouth Queiroz (“Papa”), Ayrton Adalberto Mortati (“Tenente”) e Marcio Beck Machado (“Luiz”). Os nomes entre parênteses, pelo que indica o documento, seriam apelidosu sados pelos opositores ao regime
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