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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Médicos mudam o tipo de tratamento quando são os pacientes, diz estudo

Decisões normalmente são mais arrojadas quando o médico é o paciente.
Pesquisa foi publicada pela Associação Médica Norte-Americana.

Do G1, em São Paulo
Quanto têm de escolher um tratamento específico para eles mesmos, os médicos tomam decisões diferentes das que aconselhariam a um paciente. Foi o que descobriu uma pesquisa liderada por Peter Ubel, da Universidade de Duke, nos EUA, publicada nesta segunda-feira pela revista “Archives of Internal Medicine”, da Associação Médica Norte-Americana.
A pesquisa foi feita por questionários, simulando duas situações. Em ambas, havia uma doença e duas opções, com efeitos diferentes.
No primeiro caso, os pesquisadores perguntaram a 500 médicos o que eles fariam diante de um quadro de câncer de cólon, com duas cirurgias disponíveis. Uma delas tinha maior taxa de mortalidade, mas menos efeitos colaterais; na outra, alguns pacientes apresentariam diarreia crônica e infecções, entre outros problemas. Dos 242 médicos que responderam ao questionário, 37,8% escolheriam para si mesmos a primeira opção, com maior risco de morte, mas apenas 24,5% a aconselhariam a um paciente.
No segundo questionário, recebido por 1,6 mil médicos, o quadro era de uma gripe aviária recém-chegada aos EUA. Sem tratamento, ela mataria 10% dos infectados e faria com que 30% deles fossem internados, passando em média uma semana no hospital. O único tratamento disponível, à base de anticorpos, pela metade os riscos da doença, mas levaria 1% dos pacientes à morte e causaria paralisia neurológica permanente em 4% deles. Dos 698 médicos que responderam, 62,9% disseram que não fariam o tratamento se fossem infectados, mas apenas 48,5% recomendariam o mesmo a um paciente.
“Concluindo, quando os médicos recomendam um tratamento, eles pensam diferentemente de quando tomam decisões para si mesmos”, resume o estudo. Segundo os pesquisadores, o debate sobre como os médicos toma uma decisão, precisa, a partir de agora, “reconhecer que o ato de dar uma recomendação muda a forma como os médicos avaliam as alternativas”.

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