Pesquisar neste blog

Reversor de URL

Preencha no primeiro campo a URL invertida e dê "TAB"

Sua URL está pronta! É só colar no navegador.

Desenvolvido por Jade Guerra as 03:12 am data 02/04/2011

buscape

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
Bom dia leitores,
Gostaríamos de pedir que vocês alem de ler postassem aqui na parte de comentários, sobre que assuntos vocês gostariam de ler, nos ajude a melhorar nosso editorial!!

att,

Editores Politicagem popular

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Senado do Uruguai invalida lei que anistiava crimes da ditadura do país









Decisão, apoiada pelo governo Mujica, dá sinal verde a julgamentos.
Lei da Caducidade havia sido aprovada por uruguaios em dois referendos.

Do G1, com agências internacionais
O Senado do Uruguai invalidou nesta terça-feira (12) a Lei de Caducidade, que havia perdoado as violações dos direitos humanos cometidas durante a ditadura militar (1973-1985), abrindo assim as portas, sem exceção, aos juízos contra militares e policiais responsáveis por crimes no período.
O controverso projeto de lei foi aprovado após mais de 12 horas de intenso debate, com 16 votos a favor, todos da esquerdista e governista Frente Ampla (FA), e 15 contra, um deles do governo
Segundo o texto, os tribunais locais terão de reconhecer como protegidos pela Constituição todos os tratados internacionais em matéria de direitos humanos assinados pelo Uruguai e, desta forma, declarar inconstitucional a Lei de Caducidade de forma automática, fazendo-a inaplicável.
Como a norma sofreu modificações menores no Senado, ela precisa ser ratificada pela Câmara, que já votou a favor da lei em ocasião anterior.
Discussão no Senado do Uruguai nesta terça-feira (12) (Foto: AFP)Discussão no Senado do Uruguai nesta terça-feira (12) (Foto: AFP)
Para entrar em vigor, a medida deverá ser promulgada pelo presidente uruguaio, José Mujica, que disse que aprovaria o que fosse decidido pelo Parlamento.
A invalidação da Lei de Caducidade acontece apesar de sua manutenção ter sido aprovada pelos cidadãos uruguaios em dois referendos, convocados em 1989 e 2009.
A votação gerou muita polêmica entre os senadores e chegou a provocar um racha na coalizão governista.
O senador governista Oscar López Goldaracena afirmou que a Lei de Caducidade carecia de valor jurídico e era incompatível com a Constituição e com o direito internacional.
Segundo organizações defensoras dos direitos humanos, durante a ditadura uruguaia morreram cerca de 100 pessoas em prisões e quartéis, e pelo menos 34 desapareceram depois de serem detidas por forças policiais e militares.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado por postar sua opinião nossa equipe agradece.